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quinta-feira, 29 de novembro de 2012

REFLEXÕES CARNAVALESCAS

evolucaodomal
   Mais uma vez, carnaval…
   Estou quieto, em casa, sem mudar (ou mudando o mínimo possível) a rotina: estou tão sem paciência que tenho publicado até os comentários dos intelectualmente possessos sem responder…
   Como deixei bem claro na série acerca das possessões, não aguento mais ficar me repetindo e, se nem uma simples pesquisa essas pessoas são capazes de realizar, que continuem crendo no que lhes convier.
   Só decidi escrever essa postagem por ter me ocorrido uma nova ideia acerca do que anda acontecendo, em função do tempo, com a mente das pessoas desse mundo e isso vai exigir mais conversa do que aplicação direta da Palavra, mas… pode valer a pena.
   O PASSADO
   Quando era menino, apesar de ter sido criado numa igreja batista, nunca tive dinheiro para ir aos retiros: da única vez em que um “caridoso” irmão disse que poderia custear essa experiência, na verdade estava procurando mão de obra para “virar uma laje”…
   Nada contra a realização de algumas tarefas pelos jovens, mas se agora, prestes a completar 39, tive sérios problemas ao querer me meter em algumas coisas de minha própria obra de reforma… imagino o tipo de catástrofe que desencadearia (a ele e a mim) quando tinha 10 anos!
   O fato é que passava meus carnavais em casa e, eventualmente, assim como nasci em um domingo de carnaval, alguns de meus aniversários acabaram ocorrendo nessa época.
   Se alguém pensa que ter nascido nesse período poderia ter algum tipo de influência positiva, pode tirar o cavalinho da chuva, pois nunca, em época alguma, fui entusiasta da folia… na verdade, até minha “metamorfose” (com mais ou menos uns 13 anos), tinha um medo… um pavor… um legítimo pânico dos “bate-bolas”!!!
   Era horripilante andar na rua, mesmo de mãos dadas com minha mãe, com aqueles monstros de aparência maligna a solta pelas ruas. Por ser carnaval, eles ainda se aproximavam para “brincar”, sempre alterando a voz, sempre querendo (sob o pretexto da ocasião e em forma de “brincadeira”) impor um contato, mesmo que claramente não desejado por seus “alvos”.
   Poderia contar aqui muitas desventuras ocorridas por conta do comportamento inconveniente e/ou indesejado daqueles que se propunham a trajar aquelas vestimentas — e, creiam, não são poucas! — mas vou me limitar a uma das quais ainda dói meu coração e da qual me lembro com exatidão (vou deixar as outras para um livro, do qual já não tenho mais tanta convicção da publicação…):
   Certa ocasião, entre meus cinco ou seis anos, estava visitando meu pai (na casa onde vivia com sua outra esposa e meu irmão, apenas três meses mais velho que eu) e ele cismou que ia me fazer “perder o medo”: fantasiou meu irmão e mandou que ele (fizesse o que naturalmente qualquer fantasiado de “Clóvis” faz) me assustasse…
   Muitos anos se passaram, mas a agonia que senti ao ter o quarto onde estava invadido por aquela figura malévola que gritava “Ôba!! Ôôôbaaaa!!!” é definitivamente inesquecível: não tinha para onde correr, não tinha o que fazer… criança, só lembro que chorei.
   Então meu pai, “o sábio”, entrou no quarto e mandou que me acalmasse, que aquele era meu irmão, que não havia risco… e pediu que ele tirasse a máscara. Era como ver o corpo de um ser maligno com a cabeça de meu irmão colada!
   Acho que meu pai não entendeu, mas aquilo acabou me gerando uma sensação ainda pior, uma agonia de que um ser demoníaco estava usando a cara do meu irmão — e notem que, na época, eu nem tinha noção exata do que seria “maligno” ou “demoníaco”… era mais instintivo que lógico! — e, para demonstrar que não havia risco, mandou meu irmão colocar novamente a máscara.
   Ele obedeceu e eu, paralisado. Vendo que sua ideia poderia não ter sido tão brilhante, ele tentou repetir o processo, culminando com a retirada e, sem seguida, com a recolocação da máscara. Não me lembro se esse processo se repetiu ainda mais algumas vezes, mas lembro que meu pai, no final das contas, para me fazer “perder o medo”, estava até mandando eu bater no bate-bola…
   Tenho certeza de que ele deveria estar confiando que aqueles tecidos frouxos iriam amortecer qualquer golpe de uma criança da minha idade, mas aí eu acabei fazendo o imprevisível: mandei um gancho de direita bem no meio da máscara do bate-bola, ou seja, na boca de meu irmãozinho…
   Resultado: quebrei dois dentes dele (sorte que eram de leite!), sangrou minha mão, sangrou na fantasia… e meu pânico em relação àqueles mascarados não melhorou em nada! Já pedi perdão umas cinco mil vezes por isso, mas assim como não consigo esquecer, me sinto meio culpado até hoje… e, no final das contas, acho até que meu irmão já esqueceu disso.
   Houveram muitos outros episódios desagradáveis em relação a esses personagens, mas o medo só passou verdadeiramente bem mais tarde, num ano em que me descobri maior que toda uma tropa… e descobri que eles tinham mais medo de mim que o contrário.
   Aliás, outro episódio bastante interessante que também ocorreu no carnaval foi meu próprio surgimento como “Teóphilo”
   O fato é que essa minha memória não se apaga e não sou tão burro a ponto de não ter aprendido com cada uma das experiências que, não duvido, o Senhor permitiu que eu passasse… cada uma!
   O PRESENTE
   Antes do carnaval fui parar na festa de aniversário de uma amiga e, de repente, começou a tocar uns sambas: o povo que estava sentado levantou como se houvesse começado algo muito bom… ou chegado alguém muito importante…
   Eu, que tenho consciência de minha miserável expressão corporal, nem fiz menção de movimento, mas minha mente (essa é uma bênção que para os incautos pode ser tomada por maldição do antissocial) ficou atenta e captou algumas letras das músicas que tocaram, vejam o trecho de uma:
   Levei o meu samba
   Pra mãe-de-santo rezar
   Contra o mau olhado
   Carrego o meu Patuá
É Hoje (G.R.E.S União da Ilha do Governador - 1982)
   Ora Bolas!!! Depois algumas pessoas, entre elas minha própria esposa, não entendem quando faço cara feia no meio das festas: se eu sou cristão, então é de uma idiotice sem tamanho imaginar que eu poderia, por qualquer motivo desse mundo, carregar um patuá!!!
   Vou a esses eventos, sento, converso… se possível até arrumo uma condição de falar da Palavra, mas a cada dia fica mais difícil essa condição de “convivência”: levando em conta que sempre toca pelo menos um funk, coisa maldita que não passa de macumba (com a batida acelerada) misturada com mantra e pornografia (e musicalmente miserável), agora inventaram umas musiquinhas (sim! estas tem uns arranjinhos musicais) com umas letras desnecessária e absurdamente apelativas.
   Imaginem um velho babão cantando (e fazendo os gestos da “dancinha”!!!) para uma criança de seus cinco… seis anos: “Ai se eu te pego”!?!
   Me perdoem, mas não tem graça e, na verdade, é nojento!!! E, apesar de todo o dinheiro que o autor possa ter ganho, acho que a esposa dele também começou a pensar da mesma forma… imaginem a coitada tendo que aturar, a cada apresentação, ele falando “ai se eu te pego” para cada pessoa das plateias…
   Não canto, não danço, não participo e nem de brincadeira me deixo contaminar com esse tipo de lixo… e assim deveria ser com os cristãos genuínos, mas tem que estar atento, com a mente funcionando para isso.
   Do mesmo modo, não tenho medo de andar nas ruas no carnaval. Parece que não existem mais mascarados — acho que foram parte de uma era — e, ainda por cima, na hora em que vou ao sacolão não há quase ninguém acordado mesmo!
   Ontem pela manhã, como sempre faço, antes de sair para comprar verduras, fui ver as notícias e me deparei com algumas imagens bastante contundentes acerca do que é a verdadeira essência do carnaval:
carnaval.uol.com.br - 2012-02-18 - 15h-24m-28s
   Isso foi em São Paulo, mas aqui no Rio tem o samba da Portela, cuja letra também é bastante direta:
   Portela cheia de encantos
   Acolhe a Bahia em seu canto
   Com festas, rezas, rituais
   Vestido de azul e branco
   Eu venho estender o nosso manto
   Aos meus santos do samba que são Orixás
   O que fazer diante da expressão “meus santos” sabendo que a Palavra de Deus é inflexível quanto a isso e o profeta Elias já mandou uma direta:
  “Então Elias se chegou a todo o povo, e disse: Até quando coxeareis entre dois pensamentos? Se o Senhor é Deus, segui-o, e se Baal, segui-o. Porém o povo nada lhe respondeu.” (1 Reis 18:21)
   Nessas horas vem um povo gospel com um papinho ridículo e sem nenhum fundamento bíblico acerca de um tal “resgate”, cuja aparente boa intenção poderia resgatar até o próprio satanás, mas cuja essência nega a própria Palavra de Deus e, no final das contas, não passa de uma desculpa esfarrapada ou para o ecumenismo ou para que possam dar vazão à concupiscência que os consome!
   Sendo de uma clareza desagradável eu repito: ou você segue ao Senhor Deus ou você vai seguir aos “SEUS santos” e, literalmente, sambar…
   Aliás, antes mesmo dessa “festa”, os servos de satanás foram lá “preparar” o terreno… e depois ainda aparecem declarações estúpidas de “guerreiros espirituais” dizendo que ungiu com óleo esses locais e que agora eles serão do sinhô gezuz!!! Só idiota mesmo…
   E são tantos os idiotas que tem empresa eclesiástica que faz até bloco para poder entrar no templo CONSTRUÍDO e DEDICADO aos demônios (gente, esse É o objetivo… só demolindo que mudaria, mas esse não é o caso!), cantando musiquinha gospel (humanismo vazio) e achando que, desse modo, se está pregando o evangelho…
   Quem não entendeu pode ler a série possessões, por favor.
   CONCLUSÃO
   Então ontem, enquanto voltava com minhas sacolas, me ocorreu um raciocínio que pode até ser óbvio para alguns, mas para o qual nunca havia atentado:
   No passado, os mascarados representavam a materialização dos demônios que possuem as pessoas: da mesma forma que se apossam e controlam o corpo humano, suas representações caricatas — corpo amorfo e colorido, rosto feio — são “possessas” por pessoas, geralmente crianças e adolescentes sendo expostos aos rudimentos do que possa ser uma possessão clássica: voz alterada, comportamento anormal…
   Atualmente, o mal “evoluiu” e não precisa mais ser caricatural: as pessoas possessas se desnudam e isso é visto como o mais alto grau de beleza, liberdade… o ápice do ser humano, como apresentei na imagem de abertura.
   Ora, tolos são os que deixam se iludir por tais artimanhas, ignorando a Palavra de Deus e se deixando seduzir pelas aparências de felicidade e beleza:
   “E não é maravilha, porque o próprio Satanás se transfigura em anjo de luz.” (2 Coríntios 11:14)
   Meu aviso é bastante simples, porém vejo que a cada dia se tem menos consciência dessa grande verdade:
   “Não vos prendais a um jugo desigual com os infiéis; porque, que sociedade tem a justiça com a injustiça? E que comunhão tem a luz com as trevas? E que concórdia há entre Cristo e Belial? Ou que parte tem o fiel com o infiel? E que consenso tem o templo de Deus com os ídolos? Porque vós sois o templo do Deus vivente, como Deus disse: Neles habitarei, e entre eles andarei; e eu serei o seu Deus e eles serão o meu povo. Por isso saí do meio deles, e apartai-vos, diz o Senhor; E não toqueis nada imundo, E eu vos receberei; E eu serei para vós Pai, E vós sereis para mim filhos e filhas, diz o Senhor Todo-Poderoso.” (2 Coríntios 6:14-18)
   O verdadeiro cristão não precisa ir se esconder em algum meio de mato para “fugir” do carnaval, principalmente porque a promiscuidade dessa data agora se repete em igual intensidade e por qualquer motivo durante o ano inteiro: ou se aprende a discernir e dar o verdadeiro testemunho, a cada momento, através das atitudes ou se estará reverenciando, mesmo que involuntariamente, a satanás e suas obras que, não podemos negar, são extremamente ardilosas e sedutoras.
   A profecia bíblica está se cumprindo e não poderia ser diferente: o mal já foi feio, mas a cada dia se torna mais belo, mais divertido, mais envolvente, mais igualitário… e, muito em breve, se tornará LEI.
   Assim como os “bate-bolas” antigamente assediavam no carnaval, há grupos que assediam diariamente a todos, querendo impor a si próprios e às suas práticas perversas como “normais”, querendo assediar as crianças até mesmo dentro das escolas… e isso, muito em breve, será a lei!!!
   Eu não gostava e continuo não gostando das roupas e do comportamento de quem se vestia de bate-bolas, mas alguém duvida de que eu amo meu irmão? Agora entendo que os que assim agem estão simulando uma possessão clássica, mas, ainda assim, a única coisa que posso fazer é me manter afastado deles… será que algum dia vou ser processado por ser batebolafóbico?
   E a foto de abertura mostra o nome pelo qual é mais comumente conhecido o demônio que tem mandado e desmandado no Brasil e no mundo, enchendo de poder e fama àqueles que o servem…

   Enquanto uns enriquecem e ficam famosos, outros correm o risco de perder até os direitos mais comuns com, por exemplo, o de dirigir: já imaginando o que iria acontecer, compareci a um posto do DETRAN do Rio de Janeiro:
      Vejam bem: não estou brincando e exijo meus direitos de cidadão, cuja privação, por enquanto, fere a constituição!
   Estou dentro da lei e não pretendo disponibilizar dados biométricos de minha mão direita e nem da minha retina para banco de dados algum!
   Lembrando que minha mão esquerda e outras partes do corpo (pés, orelha…) estão disponíveis, não consigo acreditar que até agora não tenha sido providenciado um método alternativo de identificação!!!
   Para quem não entendeu, leia este artigo. Para quem entendeu e quiser colaborar com a petição pública, clique aqui.
   Esta postagem é para “matar saudades”, mas sigo afastado do mundo virtual por estar sem paciência para aturar algumas idiotices e para evitar o risco de ser mais duro do que deva, vindo a tratar de forma indevida alguma pessoa.
   Que o Senhor seja para com cada um daqueles que verdadeiramente O amam de todo o coração e de todo o entendimento, não se entregando a quaisquer outros deuses de meia pataca que se multiplicam por aí!
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