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segunda-feira, 4 de abril de 2016

Delegado morre após ser baleado na frente de casa, em Lauro de Freitas

Crime ocorreu neste sábado (2), na região metropolitana de Salvador. 

Dupla disparou após abordar a vítima; eles fugiram sem levar nada.

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Odelegado de Polícia Civil da Bahia Luís Carlos Ribeiro Couto, de 58 anos, morreu na tarde destesábado (2) após ser baleado na frente de casa, na cidade de Lauro de Freitas, região metropolitana de Salvador. Segundo informações da polícia, ele foi atingido por um tiro no peito depois que dois homens o abordaram em frente à residência. Ainda conforme relatos da Polícia Civil, o delegado reagiu e houve troca de tiros. Os bandidos conseguiram fugir sem levar nada da vítima. O crime aconteceu no condomínio Vila Atlântica, no Loteamento Miragem.
Condomínio onde delegado foi morto em Lauro de Freitas, região metropolitana de Salvador (Foto: Henrique Mendes/G1)Condomínio onde delegado foi morto em Lauro
de Freitas, região metropolitana de Salvador
(Foto: Henrique Mendes/G1)
Luís Carlos chegou a ser socorrido para o Hospital Menandro de Farias, em Lauro de Freitas, mas não resistiu aos ferimentos e morreu na tarde deste sábado.
O delegado estava há 23 anos na Polícia Civil. Atualmente, ele trabalhava como plantonista na 11ª Delegacia, no bairro de Tancredo Neves, em Salvador.
Segundo informações da polícia, o crime aconteceu quando o delegado estava na porta de casa. Ele teria se sentido ameaçado pela presença de pessoas estranhas em frente ao condomínio, voltou à residência e pegou uma arma. Quando saiu novamente, foi abordado por dois homens e reagiu.
Imagens de câmeras de segurança do condomínio já foram analisadas e mostram a ação da dupla. A polícia trabalha com a hipótese de tentativa de assalto, mas ainda não descarta outras motivações para o crime, como execução. Os dois homens conseguiram deixar o local em um carro que ficou nas proximidades do condomínio durante a ação, com o intuito de agilizar a fuga.
Delegado morre após ser baleado na frente de casa, em Lauro de Freitas (Foto: Henrique Mendes/G1)Delegado morre após ser baleado na frente de
casa em Lauro de Freitas (Foto: Henrique Mendes
/G1)
A polícia informou que já tem indicativos a respeito da identidade dos suspeitos. Há equipes de várias unidades policiais na rua na tentativa de localizá-los.
O corpo do delegado foi encaminhado para o Departamento de Polícia Técnica (DPT) de Salvador, e o sepultamento será realizado no domingo (3). O local e horário ainda não foram divulgados.
O delegado foi baleado em frente à portaria do condomínio, que no início da noite, ainda tinha marcas de sangue espalhadas pelo chão. Moradores e familiares não quiseram falar sobre o crime. Várias viaturas das polícias Civil e Militar permaneceram no local durante toda a tarde. As paredes do condomínio ficaram com marcas de tiros.
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Delegado morre após ser baleado na frente de casa, em Lauro de Freitas (Foto: Henrique Mendes/G1)Delegado morre após ser baleado na frente de casa, em Lauro de Freitas (Foto: Henrique Mendes/G1)

Após 4 meses da tragédia, ainda há lama sendo despejada no Rio Doce

Partículas que aumentam a turbidez da água são lançadas, diz Ibama.

Samarco alega que monitora a qualidade da água com regularidade.


samarco jornal hoje (Foto: TV Globo)Vazamento de lama da Samarco ainda continua (Reprodução/TV Globo/Arquivo)
Quatro meses depois do rompimento da barragem de Fundão, da Mineradora Samarco, que destruiu distritos e afetou mais de 30 cidades ao longo do Rio Doce, ainda há lama sendo despejada na região.
O Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) tem colhido amostras pra avaliar a turbidez que indica a presença de partículas em suspensão na água. A última análise é do dia 25 de fevereiro.
O Rio Piranga, que junto com o Rio do Carmo formam o Rio Doce, não recebeu rejeitos de minério. O índice está dentro do limite considerado normal. Mas no Rio do Carmo, a turbidez chega a ser 23 vezes maior do que o padrão recomendado.
Nos rios mais próximos da barragem que se rompeu e que passam pelos vilarejos destruídos pela lama, os moradores ainda não sabem quando a água vai voltar a ser como era antes da tragédia.
“Tem dia que a cor dele tá meio assim, marrom. Mas o dia que tem lama, ele fica barrento mesmo”, disse Heloísa Carneiro, moradora de Gesteira, distrito de Barra Longa, uma das cidades mais afetadas pela tragédia.
De acordo com o ibama, ainda há lama sendo lançada nos rios pelo vertedouro da barragem de Santarém, atingida pelo rompimento de Fundão.
“É evidente que o pior dano já se materializou. É impossível admitirmos que quatro meses depois do rompimento a lama continue a ser levada à nossa bacia do rio doce de uma maneira a incrementar o dano já materializado. Tem que ser dada uma solução mesmo que aSamarco diga quanto tempo vai levar pra fazer isso, mas é preciso apontar os caminhos e garantir que haverá interrupção desse lançamento”, disse o promotor de Justiça do Meio Ambiente do Ministério Público, Carlos Eduardo Ferreira Pinto.
A Samarco afirmou que está plantando gramíneas pra conter os rejeitos nas margens dos rios e que construiu três diques logo abaixo das barragens. Eles são uma espécie de barreira para segurar a lama. Mas não conseguem impedir a passagem de todos os resíduos.
“O material mais denso, mais pesado, está contido. O que tá saindo, o que tá vertendo, o que tá saindo é o material mais fino, partículas menores, que é mais difícil você conter. É o que nós chamamos material coloidal, fica praticamente coloidal, é o que dá a coloração à cor da água e dificulta a penetração da luz solar”, disse a analista ambiental do Ibama, Ubaldina Maria da costa Isaac.
A lama aumenta a turbidez da água, que impede a passagem de luz e a recuperação da vida nos rios.
A Samarco disse que monitora diariamente a Bacia do Rio Doce e, que a qualidade da água vai melhorar com o fim do período chuvoso porque o volume de resíduos tóxicos que escapa das barragens também vai diminuir
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terça-feira, 30 de dezembro de 2014

Filme “Êxodo: Deuses e Reis” é proibido no Egito por “contar história distorcida”

Filme “Êxodo: Deuses e Reis” é proibido no Egito por “contar história distorcida”
O filme “Êxodo: Deuses e Reis”, que narra a vida de Moisés no Egito, teve sua exibição proibida pelas autoridades do Egito que afirmam que a produção conta uma história “distorcida”. O anúncio da proibição foi feito pelo chefe da censura, Abdel Sattar Fathi, que na última quinta-feira (25) afirmou que uma comissão viu uma cópia do filme e concluiu que a produção “tenta transferir informação distorcida de cenas religiosas e históricas”.
Protagonizado por Christian Bale, o filme tem como foco centrar a vida do profeta Moisés, e conta sua história desde seu nascimento através da recriação da história da libertação do povo hebraico no Antigo Egito.
Segundo o jornal “Al Watan”, ao falar sobrea proibição do filme, Fathi lamentou que a produção determine que “os judeus estiveram envolvidos na construção das pirâmides de Guiza como povo eleito por Deus” e que passe uma imagem dos egípcios como “demagogos” que “torturaram” os seguidores do judaísmo.
O chefe da censura egípcia afirmou ainda que o filme “mostra o divino através da encarnação de Deus na foto de um bebê” e tenta “manipular” o Corão.
A proibição do filme é similar ao ocorrido em março, quando a instituição religiosa Al-Azhar, a mais prestigiada do islã sunita, pediu que o país proibisse a projeção do filme “Noé”, com Russel Crowe, por considerá-lo contrário à lei islâmica.
Assim como em outros países árabes, filmes com conteúdo erótico ou religioso são examinados com lupa pela censura no Egito, que “filtra” os projetos que considera atentar contra a moral pública ou a doutrina islâmica.

Após pedir demissão da igreja que fundou, ex-pastor Mark Driscoll lança site com pregações e pedidos de doação

Após pedir demissão da igreja que fundou, ex-pastor Mark Driscoll lança site com pregações e pedidos de doação
O pregador evangélico Mark Driscoll, que recentemente anunciou sua saída da rede mega igreja Mars Hill Church, fundada por ele em Seattle, acaba de voltar ao “mercado evangélico” com o lançamento de website com sermões e outros materiais criados por ele.
Os primeiros relatos sobre o lançamento do site surgiram poucos dias após Driscoll anunciar seu desligamento da igreja fundada por ele. Junto com sermões e ebooks gratuitos, o site também pede doações financeiras, que ele que serão destinadas para a organização sem fins lucrativos “Learning For Living” (Aprender para Viver, em tradução livre).
Segundo o Huffington Post, Mark DeMoss, um amigo que tem servido como porta-voz de Driscoll, afirma que o pastor criou a “Learning For Living” para gerenciar seu conteúdo de ensino da Bíblia, visto que ele não pode mais fornecer conteúdo através da Mars Hill Church.
– É uma operação discreta, que não conta com uma equipe paga. Ele simplesmente queria uma maneira de disponibilizar sermões e conteúdo escrito, a maior parte deles de graça, e está fazendo isso agora no markdriscoll.org. “Learning For Living” é o nome da organização sem fins lucrativos, por meio da qual as pessoas podem contribuir [com o trabalho do pregador] – explicou o porta voz.
Um detalhe que chamou a atenção da imprensa norte americana foi o fato de o endereço usado por Driscoll neste novo projeto estar registrado em nome da Mars Hill Fellowship. O pastor pediu demissão de seu cargo na igreja menos de dois meses após se afastar para que a direção da denominação investigasse os erros cometidos por ele.
Porém, a assessoria de comunicação da denominação afirmou que se tratava de um domínio que havia sido registrado pela igreja e nunca foi utilizado, e que agora foi transferido ao ex-pastor. A igreja afirmou ainda que o site não está, de forma alguma, afiliado à Mars Hill Church ou à Mars Hill Fellowship.
A saída de Driscoll da igreja fundada por ele foi marcada por polêmicas, e teve início após surgirem denúncias de que ele teria usado o dinheiro arrecadado pela igreja para comprar exemplares de seus próprios livros, e assim fazer os títulos lançados por ele entrarem para as listas de mais vendidos, e assim, induzir os fiéis e outros leitores a comprarem as publicações.

Ativista gay Jean Wyllys diz que namoraria mulheres porque “o amor faz coisas que até Deus duvida”

Ativista gay Jean Wyllys diz que namoraria mulheres porque “o amor faz coisas que até Deus duvida”
O deputado federal e ativista gay Jean Wyllys (PSOL-RJ) é conhecido por sua luta pela causa LGBT e por seus constantes embates contra a bancada evangélica no Congresso. Conhecido nacionalmente por ser o primeiro homossexual assumido no Congresso Nacional, o parlamentar concedeu recentemente uma entrevista onde revelou que não descarta a possibilidade de namorar uma mulher no futuro, que quer ser pai e que sente falta de ter um amor.
Durante uma entrevista à Revista Marie Claire, Wyllys comentou sobre seu trabalho como deputado, que tem foco principal na defesa dos direitos LGBT e outras minorias, e também tem forte apelo em bandeiras feministas Ele falou também sobre sua trajetória de vida, lembrando-se das dificuldades que passou na infância e sobre como se descobriu como homossexual.
Ao falar de sua relação com mulheres, ele afirma que sempre “fica” com mulheres em festas, mas que isso não faz com que ele seja heterossexual. O deputado afirma que, na adolescência, namorou duas mulheres que sabiam que ele era gay, e que não descarta a possibilidade de namorar outra mulher no futuro porque, segundo ele, “o amor faz coisas que até mesmo Deus duvida”.
– Namorei duas na adolescência e elas sabiam que eu era gay. Uma delas foi depois de me assumir, aos 16 anos, e a outra antes da minha primeira relação com homem, aos 19. Depois tive mais relações com mulheres, o que não faz de mim um heterossexual. A sexualidade é fluida. Sempre fiquei com mulheres em festas. A gente dança, conversa, abraça, beija e [estala os dedos] transa. Mas ciente da identidade de cada um. E não descarto a possibilidade de, no futuro, ficar com uma mulher porque o amor faz coisas que até mesmo Deus duvida – afirmou Jean Wyllys, ao falar de sua sexualidade.
Wyllys afirmou ainda estar solteiro porque até mesmo homossexuais assumidos não querem se relacionar com uma pessoa pública como ele. Ele afirma que compensa a solidão com relações sexuais sem compromisso e com masturbação.
Outro assunto abordado na entrevista foi a vontade de Wyllys de ser pai. Ele conta que tinha planos de ter um filho com uma amiga, mas que ela hoje é casada e constituiu família com outro homem. Ele afirma que hoje está na fila para adoção e que quando conseguir adotar uma criança irá dar uma pausa em sua vida atribulada para se dedicar a ela.
Sobre sua espiritualidade, Jean Wyllys afirmou que chegou a flertar com o ateísmo após deixar a igreja católica, mas que não conseguiu viver num “deserto de crença”. Ele afirma que exerce sua espiritualidade retirando “a face bélica e masculina do Deus judaico-cristão” e através do contato com o budismo e com religiões de matriz africana, sobretudo o candomblé.

Mulheres são estupradas e mortas a facadas ao sair da igreja para casa

Mulheres são estupradas e mortas a facadas ao sair da igreja para casa
A polícia de Macaé, no interior do estado do Rio de Janeiro, está investigando o assassinato de duas amigas que foram encontradas mortas em um matagal no bairro Jardim Franco. Segundo informações do G1, as mulheres, que não tiveram a identidade divulgada, foram atacadas quando voltavam da igreja para casa. Uma das vítimas recebeu 14 golpes de faca.
A polícia ainda não se sabe se elas foram estupradas antes ou depois de mortas, e um detalhe que chamou a atenção dos investigadores é que o autor do crime vestiu os corpos, com as roupas das vítimas trocadas, após a violência sexual.
Ao lado de uma das vítimas a polícia encontrou uma moto de cor preta, o que levou a um homem, que está preso na delegacia da cidade e é apontado como suspeito do crime. O suspeito afirma que teve a moto roubada, mas não efetuou o registro da ocorrência, nem apresentou nenhuma evidência que comprove sua versão dos fatos. Segundo o delegado responsável pelo caso, o depoimento foi marcado por controvérsias.
– O suspeito apresentou algumas versões. Ele foi colocado dentro da viatura e foi levado pelo percurso que disse que fez antes de ser assaltado, mas as informações não batem. Além disso, ele está com um corte na mão, parece ser de faca, mas disse que foi golpeado quando teve a moto roubada. Disse que isso aconteceu quando já não estava mais sobre a moto, mas tem manchas de sangue na moto que encontramos. Então a história que ele apresentou não está batendo – relatou Carmelo Santa Lúcia, delegado adjunto da delegacia de Macaé.
De acordo com o G1, a polícia coletou uma amostra de sangue do suspeito, que foi encaminhada para a capital do estado, junto com a amostra coletada na moto encontrada em um dos locais do crime. Um exame de DNA será realizado seja realizado e a previsão é que o resultado saia entre 15 e 30 dias.

Após um mês na UTI, Andressa Urach afirma que recebeu “segunda chance” de Deus

Após um mês na UTI, Andressa Urach afirma que recebeu “segunda chance” de Deus
A modelo Andressa Urach, que recentemente ficou internada por cerca de um mês na UTI, em estado grave, comentou sua recuperação através das redes sociais. Em uma mensagem publicada em seu perfil no Instagram, a modelo afirma que Deus deu a ela uma segunda chance. Ela também usou a mensagem para pedir perdão por sua “forma egoísta de ser”.
– Posso dizer que Hj sou um ser humano muito melhor, pq Deus me deu uma segunda chance!!! Nasci de novo e quero reparar os meus erros, ter uma nova vida, com novos princípios!!!! (sic) – afirmou a modelo.
A modelo foi internada no último dia 30 de novembro, após ter complicações por uma aplicação de cerca de 500 ml de hidrogel em cada uma das pernas, feita no passado. O procedimento estético gerou inflamações, e ela teve que ser submetida a um procedimento cirúrgico para a retirada do produto. O quadro clínico de Andressa Urach se agravou ao longo de sua internação, e ela chegou a sofre parada cardíaca, parada respiratória e um grave quadro de sepse.
A modelo recebeu alta na véspera do Natal, e segue tratamento em casa. Na mensagem publicada neste domingo na rede social, ela afirma que nasceu de novo, e que quer reparar os erros que cometeu.
Hj quero pedir perdão para todas as pessoas que magoei na minha vida nesses 27 anos de idade… Com atitudes ou palavras que posso ter dito na minha forma egoísta de ser… Já errei muito e quase morri e aprendi muita coisa com tudo que aconteceu… Estamos nessa terra para salvar nossa alma e fazer o bem ao próximo, Amar a Deus sob todas as coisas… Quando estive de frente a morte passou um filme na minha cabeça de tudo e todas pessoas que passaram na minha vida então por isso Hj venho pedir perdão por toda mágoa e ressentimento que posso ter causado, não somos nada nessa vida… E quando morremos fica tudo que lutamos a vida toda pra conquistar… Fica Fama, carro, roupa, bolsa e principalmente as pessoas que mais amamos… Posso dizer que Hj sou um ser humano muito melhor, pq Deus me deu uma segunda chance!!! Nasci de novo e quero reparar os meus erros, ter uma nova vida, com novos princípios!!!!

Pastor “anti-gay” é preso por agarrar o órgão sexual de um homem em estacionamento

Pastor “anti-gay” é preso por agarrar o órgão sexual de um homem em estacionamento
Um pastor conhecido por se pronunciar abertamente contra a homossexualidade foi preso na última semana após tentar agarrar genitais de um homem e tentar fazer sexo oral com ele. Gaylard Williams, de 59 anos, é acusado de ter abordado um homem de 27 anos de idade, que estava em um estacionamento nas proximidades de um lago na cidade de Seymour, em Indiana (EUA).
A vítima relata que havia abaixado a janela de seu carro para falar com Williams, quando ele apertou seus órgãos genitais e pediu por sexo oral. Segundo o canal de notícias norte americano WLKY, vítima disse que falou com o pastor que ele estava “latindo para a árvore errada”. O rapaz conta que Willians fugiu quando ele disse que iria pegar uma arma.
A polícia foi acionada e prendeu Williams, que admitiu ter pornografia gay em seu carro. Porém, ele alegou que a pornografia pertencia a outra pessoa. Ele também disse que ele estava no lago apenas para procurar um amigo que tinha ido pescar nas proximidades.
Williams é pastor na igreja Praise Cathedral Church of God, que se apresenta com uma série de dogmas contra a homossexualidade. Entre as “regras” de pureza sexual da igreja está a afirmação de que “práticas pecaminosas que são condenados nas escrituras incluem a homossexualidade, adultério, atitudes mundanas (tais como o ódio, a inveja, o ciúme), comunicação corrompida (como fofoca, explosões de raiva, palavras sujas), roubo, assassinato, embriaguez e bruxaria”.

terça-feira, 28 de outubro de 2014

Mulher explica como Deus criou o pênis a partir de um bolinho de barro


Um Programa de Educação sexual sem canal Novo Tempo, de Jacareí, no Rio de Janeiro, protagonizou Uma cena curiosa na Televisão Brasileira: O Momento los Que Uma Médica descreve Como Deus térios Feito OS Órgãos Sexuais do Homem e da Mulher a Partir de um ' bolinho de barro '-. eA DESCRIÇÃO TEM detalhes Gráficos curiosos

O Programa, Sem Tabus, e Outros de Todos os da TV Novo Tempo, São CALCADOS NAS doutrinas da Igreja Adventista do Sétimo Dia.

A estatização dos desejos homossexuais

Ao imitar o casamento natural entre homem e mulher, o casamento gay, mais do que uma farsa, revela-se um retrocesso – ele põe em risco a própria liberdade do indivíduo ao induzir o Estado a policiar a vida íntima

José Maria e Silva
Um dia

Vivi a ilusão de que ser homem bastaria
Que o mundo masculino tudo me daria
Do que eu quisesse ter
Que nada
Minha porção mulher, que até então se resguardara
É a porção melhor que trago em mim agora
É que me faz viver.
Gilberto Gil, “Super-Homem, a Canção” (Álbum “Realce”, 1979)
“A cantora Daniela Mercury apresenta sua esposa e faz da união homossexual uma questão inadiável no Brasil.” Essa foi a manchete de capa da revista “Veja” da semana passada, que, na abertura da reportagem, reforça ainda mais a defesa do casamento gay e diz que sua discussão tornou-se “obrigatória” a partir da atitude da cantora. A despeito de se imaginar pós-moderníssima, essa capa de “Veja” me fez voltar 30 anos no tempo. A sorridente imagem de Daniela Mercury abraçada à sua “esposa” me lembrou um antigo samba de João Bosco e Aldir Blanc, responsáveis por alguns clássicos da música popular brasileira, como “O Bêbado e a Equilibrista”, de 1979, que se tornou uma espécie de hino da anistia na voz de Elis Regina. “A Nível de...” é o nome da música, que completa 31 anos: foi lançada em 1982, no álbum “Comissão de Frente”, de João Bosco, e conta a história de dois casais de amigos, cujos maridos, Vanderley e Odilon, “vão para o Maracanã todo domingo”, enquanto suas mulheres “se fazem companhia quando os maridos vão pro jogo”.
Uniões homossexuais como a de Daniela Mercury e sua “esposa” foram satirizadas há mais de 30 anos em música de João Bosco e Aldir Blanc, com os casais Vanderley e Odilon e Adelina e Yolanda, que no fim sofrem os mesmos problemas dos heterossexuais

Os dois casais estavam muito descontentes com a relação convencional, machista: marido no futebol, mulher na cozinha. No estádio, Vanderley e Odilon criticavam o casamento, “e o papo mostra”, diz Bosco & Blanc, “que o casamento anda uma b***a”.
Em casa não era diferente: Yolanda, “assim a nível de proposta”, também diz que “o casamento anda uma bosta” e Adelina não discorda. Então, os casais resolveram buscar uma solução e “estruturou-se um troca-troca: Odilon agarrou o Vanderley e Yolanda, ó na Adelina”. Os novos casais ficaram ainda mais unidos: Vanderley e Odilon montaram um restaurante natural, “cuja proposta é cada um come o que gosta”, enquanto Yolanda e A­de­lina para provar que “viver é um barato” fo­ram “fazer artesanato”. Não demorou muito e Odilon, com ciúmes, começou a dar sopapos no Vanderley e Adelina dava na cara de Yo­landa. “E o relacionamento continua a mes­ma bosta”, conclui João Bosco, numa interpretação magistral, especialmente a que faz só com o violão, ao vivo, em estilo bossa-novista.
“A Nível de...” é uma bem-humorada crítica de costumes, o que significa que o casamento gay – ainda que como prática privada, entre cidadãos livres, e não como política pública, imposta pelo Estado – já estava em discussão há três décadas, nos estertores do regime militar, especialmente entre as pessoas de melhor nível social, que sempre toleraram a relação homossexual. Não só no Rio de Janeiro e São Paulo, mas até mesmo em Estados como Goiás, sempre houve homossexuais assumidos ocupando postos de relevância social em universidades e no meio artístico, com incursões não tão veladas assim até mesmo na política. Por isso, é espantoso que a revista “Veja” trate o banal anúncio de ca­samento entre uma artista e uma jornalista – classes que sempre estiveram na vanguarda dos costumes – como se fosse algo revolucionário, digno da genuflexão de todos os brasileiros. Mesmo criticando a cantora por ter associado o anúncio do casamento ao caso Marco Feliciano, a matéria não deixa de ser ridícula ao começar com uma frase de Daniela Mercury às vésperas de anunciar seu casamento com a jornalista: “Seja o que Deus quiser, Malu”.

Porção mulher do homem

Até Caetano Veloso deve ter estranhado tanto drama. Afinal, em pleno regime militar, ele e Gilberto Gil já usavam brincos, vestiam saias, beijavam homens na boca e inspiravam outros artistas a fazerem o mesmo pelo país afora, inclusive em Goiás, onde o escritor Leo­nardo do Carmo deixou-se fotografar de saia, todo garboso. Ao contrário do que insiste em dizer a revista “Veja”, um artista sair do armário há muito deixou de ser ato de coragem – não passa de uma estratégia de publicidade. Em 1986, por exemplo, o roqueiro galã Paulo Ricardo já saía do armário para todo o Brasil ver, beijando Caetano Veloso na boca em pleno horário nobre da Rede Globo. Nada alimenta mais a carreira de um artista do que se declarar gay. Daniela Mercury, que sempre foi uma cantora de segundo escalão da MPB e andava musicalmente sumida desde que namorou Chico Buarque, agora dá a volta por cima como celebridade, ao anunciar seu casamento gay, que, obviamente, não choca mais ninguém. Hoje, isso é papo de crianças do ensino fundamental, que, aos 10 anos, já estão fazendo trabalho escolar sobre transexuais, sexo oral, sexo anal, tro­ca de casais e outros “temas transversais” recomendados pelo MEC, co­mo se viu recentemente numa es­cola de Con­tagem, em Mi­nas Ge­rais, com o apoio da Secre­taria de Edu­ca­ção do município.
A canção “A Nível de...”, de João Bosco e Aldir Blanc, é um contraponto a “Super-Homem — a Canção”, de Gilberto Gil, composta numa madrugada de março de 1979, na casa de Caetano no Rio, onde Gil estava de passagem a caminho dos Estados Unidos. Ele conta que se inspirou numa narrativa que Caetano fez do filme “Super-Homem”, que tinha acabado de estrear no cinema. E diz, taxativo, sobre a “porção mulher” de que fala a música: “Muita gente confundia essa música como apologia ao homossexualismo, e ela é o contrário. O que ela tem, de certa forma, é sem dúvida uma insinuação de androginia, um tema que me interessava muito na ocasião – me interessava revelar esse embricamento entre homem e mulher, o feminino como complementação do masculino e vice-versa, masculino e feminino como duas qualidades essenciais ao ser humano. Eu tinha feito ‘Pai e Mãe’ antes, já abordara a questão, mais explicitamente da posição de ver o filho como o resultado do pai e da mãe. Em “Superhomem – a Canção”, a idéia central é de que pai é mãe, ou seja, todo homem é mulher (e toda mulher é homem)”.

Não foi por acaso que “Su­per-Homem — a Canção” foi en­ten­dida com uma apologia ao homossexualismo. Entre muitos intelectuais de vanguarda da época, o homossexualismo se con­fundia com essa visão an­drógina exposta por Gilberto Gil. Ele era apresentado à sociedade não como o grito contestatório de um terceiro sexo, ou de uma miríade de sexos, como é hoje, mas como a superação do sexo meramente carnal. As fe­mi­nistas — então aliadas dos ho­mossexuais e não suas escravas, como iriam se tornar depois — viam no homossexualismo uma for­ma de combater a excessiva virilidade do homem, que, sem dúvida, está na raiz da violência. Achavam que se os homens pudessem chorar e mostrar o seu lado sensível (a sua “porção mu­lher”), o mundo seria um pouco melhor. Para isso, era preciso valorizar mais a alma que o corpo, ou seja, o masculino não devia ser determinado pelo pênis, nem o feminino pela vagina, pois isso era o que chamavam de “sexismo”. E toda a educação sexual que já começava a ser levada para as es­colas tinha esse propósito na época – superar o sexismo, que punha em conflagração pênis e vagina, para melhor realçar a alma humana, que possibilitava a comunhão de homens e mulheres.

Retrocesso sexista gay

Por isso, era impensável, naquela época, colocar no mesmo patamar o homossexual sensível, que extravasa com delicadeza a sua “porção mulher”, com o travesti violento de ponta de esquina, que encarna o que há de pior no feminino, exercitando a prostituição no fio da navalha. O travestismo, de um modo geral, é a síntese do que há de pior na natureza humana: ele reúne a tendência natural da mulher para violentar a si mesma com a tendência natural do homem para violentar o outro. Ou seja, faz justamente o contrário do que propõe “Super-Homem — a Canção”: o travesti, quase sempre, busca na natureza feminina a sua “distorção prostituta”, daí os trejeitos afetados, mas não abre mão de manter a “distorção primata” de sua natureza masculina, daí a agressividade à flor da pele, como a da célebre Madame Satã, que encanta os intelectuais. Mas, hoje, para o movimento gay, o travestismo — mesmo aquele que se prostitui nas ruas e se comporta de modo agressivo — deve ser socialmente valorizado e até apresentado para as crianças nas escolas como uma “orientação sexual” respeitável. É a volta do velho sexismo, promovido justamente por quem dizia combatê-lo — os gays e as feministas, suas escravas mentais.
Cada vez que o movimento gay se rende à ilimitada capacidade de invenção do desejo e acrescenta uma sigla a mais ao seu movimento, mais ele se torna sexista. O arcaico patriarcalismo, que impedia o menino de brincar de boneca e condenava a menina por brincar na rua, jamais foi tão sexista quanto essa cultura de gays e feministas a que somos submetidos hoje. As nefastas campanhas de prevenção da aids reduziram os homens a um pênis e as mulheres, a uma vagina. E o único diálogo possível entre esses seres estanques no próprio sexo é a camisinha. É possível que, em toda a história do mundo, salvo talvez entre os primatas, nunca tenhamos sido tão aviltados em nossa natureza humana, que perdeu qualquer aspiração à transcendência, para se reduzir ao sexo carnal perigosamente reconfigurado em laboratório. É como se a nossa alma tivesse abandonado o coração e o cérebro para entrincheirar-se no meio das pernas — sem razão nem sensibilidade. Isso é tão evidente que até a celebrada Daniela Mer­cury, mesmo se apresentando como uma espécie de vanguarda comportamental, chamou a sua nova companheira de “esposa”. Ora, Se a jornalista vai ser a “esposa”, então a cantora será o “marido” — e voltamos à velha dicotomia ho­mem/pênis, mulher/vagina (isto é, à sátira de Bosco & Blanc), justamente numa relação que só faz algum sentido se for para superá-la, ao menos em público.
Ao contrário do que a classe letrada tenta fazer crer, o casamento gay é um verdadeiro retrocesso. Ao invés de superar o casamento natural entre homem e mulher, ele tenta imitá-lo. Mas, ao se apresentar como matrimônio, o casamento gay se torna uma farsa, pois lhe falta para tanto não apenas o substrato biológico, mas também a necessidade social. Afinal, o matrimônio existe não para promover devaneios individuais, mas para garantir a reprodução da sociedade. Prova disso é que o matrimônio nunca amparou o amor romântico, pelo contrário, frequentemente se colocava, de modo pragmático, contra o romantismo do casal, aconselhando a mulher a escolher um homem que pudesse sustentá-la e aconselhando o homem a escolher uma mulher que pudesse lhe dar filhos e cuidar deles. É a fórmula do Dr. Simão Baca­mar­te ironizada por Machado de Assis, na obra-prima “O A­lienista”. Mas foi sobre essa fórmula, em que pese todos os seus defeitos, que se construiu o mun­do moderno. Sem a família tra­dicional, o Ocidente não teria alcançado o grande desenvolvimento social e econômico que alcançou, e o próprio indivíduo – como “sujeito de direitos”, para usar uma expressão tão cara à pós-modernidade – jamais teria alcançado o estatuto humano que o emancipou de condição de mero súdito apenso ao Estado.

Mulher não é gado

Em vez de pleitear o matrimônio entre pessoas do mesmo sexo, como quer o deputado do BBB (Jean Wyllys, do PSol-RJ), gays e feministas deviam denunciar o caráter retrógrado do matrimônio convencional, que precisa acompanhar a evolução dos costumes. Ainda hoje, mulheres e homens continuam casando como se fossem viver eternamente juntos — o que é altamente desejável, mas nem sempre é possível. Prova disso é que as mulheres, em sua esmagadora maioria, continuam adotando o sobrenome dos maridos — um resquício do patriarcalismo mais retrógrado que devia ser proibido por lei. Mulher não é gado do homem para ser marcada com seu nome, ainda que não mais com ferro e, sim, com tinta e papel. Os casamentos hoje não costumam durar dez anos e há mulheres que se casam legalmente duas, três vezes. Qual razão de se permitir essa prática arcaica, que não faz nenhum sentido diante da emancipação da mulher moderna e só aumenta a burocracia dos famigerados cartórios? É certo que o novo Código Civil — ridículo e insano como todas as leis contemporâneas — permite ao homem adotar o sobrenome da mulher. Mas al­guém conhece algum caso do gênero? Melhor era proibir de vez a mudança de nomes para qualquer dos cônjuges.
O casamento tradicional não foi feito para um homem e uma mulher em busca de amor romântico, mas para um pai e uma mãe poderem formar família, criando e educando filhos até sua idade adulta. Se os gays não fazem filhos naturalmente, qual o sentido de pleitearem o matrimônio com todos os direitos a ele inerentes? Os casais gays podem e devem ter o direito a formalizar contratos de união civil, algo já garantido há muito pelo direito brasileiro, mas não podem se arvorar a ser um casal tradicional, com direito a privilégios que só fazem sentido numa relação em que há filhos naturais que precisam de cuidados. É um absurdo a falida Previdência brasileira ser obrigada a amparar com pensão um homem gay, sem filhos, capaz de se sustentar, apenas porque ele se julga a “esposa” de seu falecido cônjuge. Em vez de estender aos gays esse abusivo privilégio, a sociedade precisa é tirá-lo das mulheres que se especializam em viver da pensão de ex-maridos mesmo quando não precisam disso.
Infelizmente, o direito de família seguiu o caminho inverso e, de um modo absolutamente esquizofrênico, junta o que há de pior nos dois mundos — o mundo do matrimônio tradicional entre o marido provedor e a mãe dona de casa e o mundo da mulher emancipada em que os filhos são criados por babás. Em vez de suprimir alguns antigos direitos legítimos das mulheres que, com sua emancipação, se tornaram privilégios, o direito de família fez o exatamente contrário — estendeu esses privilégios aos homens, forjando uma igualdade artificial entres os sexos e aumentando a possibilidade de divórcios litigiosos. Com isso, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) julga anualmente milhares de casos envolvendo problemas de partilhas e pensões decorrentes de divórcio. Isso significa que esses processos não se resolvem nas instâncias inferiores e se arrastam nos tribunais, atulhando o Judiciário e acarretando dissabores para as partes litigantes, além de muito sofrimento para os filhos.

Policiais do desejo

Há diversos casos de mulheres sendo obrigadas pela Justiça a pagar pensão alimentícia ao ex-marido e, se o caso envolve a guarda dos filhos por parte do ex-marido, elas chegam a ser presas. Na cidade paulista de Taubaté, uma grávida de nove meses foi presa em maio de 2012 por ter atrasado o pagamento da pensão alimentícia do ex-marido, que ficara com a guarda de sua filha de 4 anos. Na época, o presidente da seccional da OAB em Taubaté, Aluísio Nobre, disse que a gravidez não é um impedimento para o cumprimento da ordem judicial de prisão e que o juiz pensou apenas na “sobrevida” da filha que estava esperando a pensão alimentícia. Ora, quem corre mais riscos: a criança que está sob a guarda do pai e apenas teve sua pensão atrasada ou a criança que pode até ser abortada num flagrante de prisão ou pode ficar, no mínimo, com sequelas psicológicas diante desse ato traumático envolvendo sua mãe?

Os casos de prisão de mães por falta de pagamento de pensão alimentícia já estão ficando corriqueiros. É preciso discutir a forma draconiana com que os juízes aplicam essa previsão legal. Muitos homens — e, agora, também mulheres — são atirados na cadeia sem nem mesmo ser ouvidos pelo juiz, apenas com base nas queixas do ex-cônjuge, muitas vezes movido pela raiva. Pai que não cuida do filho merece ser preso? Eu digo que nem deveria ter tido filho, mas, já que teve, não adianta transformá-lo num presidiário, como se não pagar pensão fosse o pior dos crimes num País que deixa soltos estupradores, assassinos e latrocidas. Além disso, pai que não presta dificilmente é preso por não pagar alimentos. Bandidos costumam ter filhos com mais de uma mulher e ai delas se ousarem reclamar da falta de pensão alimentícia: serão espancadas, ameaçadas de morte ou mortas. O pai que costuma ser preso é justamente aquele trabalhador honesto que tem dificuldade de pagar a pensão porque constituiu nova família e, ao se ver mandado pa­ra a cadeia, aí é que não consegue pagar mes­mo  pois o que seria para os filhos da antiga e da nova relação acaba indo para o bolso do advogado.
São essas mazelas do casamento tradicional — agravadas por leis esquizofrênicas — que esperam o novo casamento gay, cantado em prosa e verso pelos intelectuais. E, aí, os litígios judiciais na área do direito de família serão ainda mais difíceis de resolver, pois, em muitos casos, nem envolvem pais de carne e osso e, sim, sêmens anônimos de bancos de esperma. Os Estados Unidos já são pródigos em ações judiciais bizarras envolvendo essas pobres cobaias de laboratório, filhas tanto de casais homossexuais quanto de casais heterossexuais. O Brasil segue por esse caminho, com um agravante — como aqui o Estado é ainda mais gigantesco e invasivo, a saga do movimento gay no sentido de se apropriar do casamento tradicional representa um perigo para toda a sociedade. Como o casamento gay não se sustenta na necessidade concreta de reprodução social, como o antigo matrimônio, e, sim, nos desejos subjetivos de indivíduos sexualmente cambiantes, ao querer transformá-los em direitos garantidos por lei, o movimento gay coloca em risco a própria liberdade — pois o Estado será chamado não apenas para proteger a família concreta, mas para policiar a concretização dos desejos, estatizando perigosamente a intimidade.