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domingo, 7 de abril de 2013

Vice da CDH diz que renunciará após nova polêmica do pastor Feliciano


Encontro de líderes para definir futuro do presidente da Comissão de Direitos Humanos passou para o dia 9 de abril

Deputado do PSC vem enfrentando protestos de movimentos sociais e agora é alvo de pressões do próprio partido Foto: Alexandra Martins / Agência Câmara
Deputado do PSC vem enfrentando protestos de movimentos sociais e agora é alvo de pressões do próprio partido
Foto: Alexandra Martins / Agência Câmara
  • Gustavo Gantois
    Direto de Brasília
Alvo de protestos de movimentos de defesa de minorias, o deputado federal Pastor Marco Feliciano (PSC-SP) viu sua situação à frente da Comissão de Direitos Humanos (CDH) ficar ainda mais complicada nesta segunda-feira, após a vice-presidente da comissão e colega de partido, Antônia Lúcia (PSC-AC), afirmar que pretende renunciar ao cargo. A correligionária do pastor se disse "indignada" com as declarações do deputado, que afirmou, durante um culto em Minas Gerais na semana passada, que o colegiado era "dominado por Satanás" antes de sua chegada ao posto.
Foi uma ofensa descabida, beirou o desacato. Não tenho condições de permanecer na comissão se eu já fazia parte dela antes de ele chegar
Antônia Lúcia (PSC-AC)vice-presidente da CDH, sobre a afirmação de Feliciano de que o colegiado era "dominado por Satanás" antes de sua chegada à presidência
"Foi uma ofensa descabida, beirou o desacato. Não tenho condições de permanecer na comissão se eu já fazia parte dela antes de ele chegar. Atingiu não apenas a mim, mas a outros parlamentares que já ocuparam a cadeira onde ele está sentado agora", disse Antônia Lúcia.
Terra procurou a assessoria de Marco Feliciano para comentar o episódio, mas foi informado de que o deputado não falaria sobre o assunto. A presença do deputado do PSC na presidência da comissão seria discutida em reunião de líderes partidiários marcada para a manhã desta terça-feira. O encontro, porém, foi adiado para o próximo dia 9 de abril, em decorrência da ausência do presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), que cancelou todos os compromisso que teria nesta semana após ser submetido a uma cirurgia de hérnia abdominal.
O adiamento dá mais uma semana de sobrevida ao polêmico presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara. Feliciano, que tem sido alvo de protestos tanto de movimentos sociais quanto de outros parlamentares, já avisou que não pretende renunciar ao comando do colegiado. Nas três reuniões que presidiu, o deputado teve de dividir as atenções com os manifestantes que pedem sua saída
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