quarta-feira, 19 de junho de 2013

Projeto de “Cura Gay” é aprovado na Comissão de Direitos Humanos em meio a discussão com Pastor Marco Feliciano

Projeto de “Cura Gay” é aprovado na Comissão de Direitos Humanos em meio a discussão com Pastor Marco Feliciano
A Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) aprovou em votação na tarde desta terça-feira, 18 de junho, o projeto apelidado de “cura gay”. A apreciação do projeto foi adiada seguidas vezes nas últimas semanas, por questões técnicas e burocráticas da Câmara dos Deputados.
Numa sessão chefiada pelo pastor Marco Feliciano (PSC-SP), os parlamentares aprovaram a proposta elaborada pelo deputado João Campos (PSDB-GO), que prevê a derrubada da resolução do Conselho Federal de Psicologia (CFP) que proíbe os profissionais da área de atenderem homossexuais que busquem terapia para trocar de preferência sexual.
De acordo com o site da Folha de S. Paulo, houve bate boca entre Feliciano e o deputado Simplício Araújo (PPS-MA), que havia apresentado requerimento no início do mês pedindo a retirada do projeto da pauta.
Além de derrubar a resolução do CFP, o projeto prevê também a anulação da determinação de que “os psicólogos não se pronunciarão, nem participarão de pronunciamentos públicos, nos meios de comunicação de massa, de modo a reforçar os preconceitos sociais existentes em relação aos homossexuais como portadores de qualquer desordem psíquica”.
Como justificativa para anular esse segundo item, o autor do projeto diz que o CFP “extrapolou seu poder regulamentar” por “restringir o trabalho dos profissionais e o direito da pessoa de receber orientação profissional”.
Manifestantes que compareceram à sessão da CDHM protestaram com cartazes, que traziam frases como “Não há cura para quem não está doente”. Em trâmite na Câmara dos Deputados há dois anos, o projeto agora deverá ser analisado pela Comissão de Seguridade Social (CSS) e pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ)

sexta-feira, 7 de junho de 2013

"Pastor" Juiz de paz do Pará pede demissão para não celebrar casamento gay

O juiz de paz do Cartório do Único Ofício de Redenção, sudeste do Pará, pediu demissão do cargo após decisão do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) que obriga os cartórios a realizarem casamento entre pessoas do mesmo sexo. Ele alega que "o casamento homoafetivo fere os princípios celestiais”.

Nomeado para o cargo há sete anos, José Gregório Bento, 75 anos, há mais de quatro décadas é pastor da Igreja Assembleia de Deus, e trabalha como voluntário no cartório civil da cidade, fazendo conciliações e celebrando casamentos.

Segundo o pastor, ele protocolou a demissão porque se recusa a obedecer a decisão CNJ, publicada no último dia 14 de maio, que obriga os cartórios de todo o país a celebrar o casamento civil e converter a união estável homoafetiva em casamento.

“Deus não admite isso. Ele acabou com Sodoma por causa desse tipo de comportamento”, declarou José Gregório. “Acho essa decisão horrível. Ela rompe com a constituição dos homens, mas não vai conseguir atingir a constituição celestial”, completa.


Segundo Gregório, ele recebeu a notificação de que não poderia se recusar a fazer casamentos homoafetivos nesta segunda-feira (20) mas afirmou que, desde a publicação da decisão da Justiça, já havia tomado a decisão de abrir mão do cargo. “Não há lei dos homens que me obrigue a fazer aquilo que contrarie os meus princípios”, alega. “Existe ai uma provocação para um grande tumulto no nosso país. Deus fez o homem e a mulher para a procriação, para reproduzir. Não sei onde vai chegar isso”, questiona.

O pastor afirma ainda que solicitou a demissão ao titular do cartório, Isaulino Pereira dos Santos Júnior, mas que o tabelião pediu que ele permanecesse no cargo. “Ele me pediu para eu ficar e disse que caso alguém solicitasse o pedido de casamento homoafetivo, outro juiz de paz seria chamado para realizá-lo. Mas aqui, graças a Deus, ainda não chegou ninguém pedindo o casamento homoafetivo".

Boneca da Xuxa pode ter matado crianças

Há alguns anos atrás, uma historia macabra tomou conta do país.
Tratava-se do fato de que algumas crianças haviam sido mortas por uma boneca, mas não era uma boneca qualquer, era a famosa Boneca Da Xuxa.

As historias que você vai ler a seguir, mostra duas situações distintas, mas envolvendo o mesmo personagem.

Uma mãe deu de presente para sua filha uma Boneca da Xuxa. Certa manhã, ao visitar o quarto para acordá-la, encontrou a menina de cerca de três anos estrangulada. Ao contatar a polícia, a mesma tornou a mãe a principal suspeita. Na perícia nenhuma prova foi encontrada na mulher. Por um acaso, ao examinarem o quarto da criança, encontraram a tal boneca, na qual notava-se sangue em suas unhas, o qual foi comprovado ser da menina. Ao abrirem a boneca, encontraram o seguinte quadro:
- Um punhal de ponta-cabeça,
- O "Pentáculo de Satanás" desenhado,
- Em volta do do círculo do desenho, as inscrições "Em louvor a Satanás".
Claramente obra de vodu - magia negra - este artifício já fora registrado com o mesmo "modus operantis" em bonecos como o do Fofão e demais desconhecidos.



Esta é uma outra suposta história sobre a boneca da Xuxa, aqui na cidade de (Jardinópolis - SP), muitos ficaram sabendo sobre um estranho fato acorrido lá pelo ano de 1993, uma mãe muito pobre estava desempregada, e estava para chegar o aniversario de sua filha, que pedira para a mãe a boneca da Xuxa, pois era a boneca do momento. A mãe então resolveu fazer um pacto com "homem lá de baixo". Uma semana depois ela arrumou um bico, e com o dinheiro comprou a boneca para a menina. A menina muito contente sempre dormia com a boneca. Mas ao passar alguns dias a criança acordava com pequenas marcas de arranhado pelo corpo, que aos poucos foram aumentando até o dia que a mãe à encontrou morta toda arranhada, o mais impressionante é que a boneca da Xuxa estava com as unhas compridas e cheias de sangue.

Até hoje não se sabe se as histórias são verdadeiras, ou se foram investigadas.

Desmentido de "O Fuxico Gospel". Filho de Edir Macedo diz que não é gay e manda site tirar matéria do ar

Filho de Edir Macedo diz que não é gay e manda site tirar matéria do ar02/05/2013 às 17:17
Site divulgou uma matéria sobre o filho do Bispo Edir Macedo,
relatando que Moysés Macedo é gay (Foto: Reprodução)
O site o Fuxico Gospel publicou nota de esclarecimento na última quarta-feira (01/05), sobre o caso que gerou polêmica nas redes sociais. O site divulgou uma matéria sobre o filho do Bispo Edir Macedo, relatando que Moysés Macedo é homossexual. O site se retratou e pediu desculpas ao dono da rede Record e ao filho.

Leia abaixo a nota:

“Olá Queridos,

Na última segunda-feira,30, Foi postado uma matéria neste Website, com o seguinte titulo:

Filho de Edir Macedo se declara “Homossexual”. Após a publicação desta notícia, fomos contactados pelo próprio Moysés Macedo,”Filho de Edir Macedo”, e principal personagem da matéria. Moysés educadamente solicitou que a matéria fosse removida, e negou qualquer veracidade na informação. O site O Fuxico Gospel, vem por meio desta, se desculpar com os nossos leitores, e principalmente com o Sr. Moysés Macedo. Reiterando também, que não fomos o primeiro site a publicar a informação, apesar de vários sites que a reproduziram, apontar o O Fuxico Gospel como principal fonte. Mais uma vez pedimos o perdão a todos que acreditaram na notícia e também a toda a família Macedo, por tamanho constrangimento.”

Negociação pode levar show do Thalles Roberto pra dentro do BBB14

As indas e vindas do cantor e pastor Thalles Roberto na Rede Gobo de Televisão, aumentaram a visibilidade do ex-Jota Quest.

Essa notoriedade trouxe ainda mais prestígio para o cantor, que já apareceu em vários programas da emissora.

A última notícia sobre a relação ThallesXGlobo, tem como palco, a casa mais vigiada do Brasil, isso mesmo! o Big Brother Brasil.

Segundo informações, Thalles Roberto poderá fazer um show em uma das festas semanais, que acontecem dentro da casa, na decima quarta edição do Reality.

Leia Também: Nova música de Thalles Roberto revolta evangélicos

A apresentação do Thalles ainda não foi confirmada, tudo ainda está em processo de "Conversação" entre Boninho e a produção do Programa.

A possibilidade da participação de Thalles na casa, aumentou, depois da confirmação da participação de Mara Maravilha em A Fazenda 6, quebrando o paradigma de que nenhum cantor gospel participou de qualquer Realyti "Anti-Cristão".
#Oremos

Governo cria campanha "Eu sou feliz sendo prostituta", Evangélicos protestam

Deputados da bancada evangélica usaram nesta terça-feira (4) a comissão de Direitos Humanos, presidida pelo pastor Marco Feliciano (PSC-SP), para fazer críticas à campanha do Ministério do Saúde de prevenção à Aids e redução do preconceito, que tem uma peça com a frase "Eu sou feliz sendo prostituta". Os deputados decidiram pedir informações ao ministério sobre o tema. A peça, veiculada na internet, foi retirada do ar por ordem do ministro da Pasta, Alexandre Padilha, após a divulgação do tema. 
O assunto entrou em debate com uma manifestação do deputado João Campos (PSDB-GO). "Esse governo tem uma capacidade de buscar uns temas que me assusta. Eu sou feliz sendo prostituta, diz campanha do Ministério da Saúde do governo Dilma Rousseff. Não tem outra política pública decente para fazer?", questionou. "Já vejo os títulos das próximas campanhas. Sou adúltero, sou feliz. Sou incestuoso, siga-me. Sou pedófilo, sou feliz, sou realizado". 

Leia também: O fim da farsa - 
Parada gay recebe 15% do público esperado
Outros parlamentares fizeram manifestações na mesma linha. "Estamos combatendo a prostituição infantil e vem uma campanha incentivando. Você está combatendo, tirando das ruas, aí vem a campanha dizendo que é feliz, ninguém é feliz", disse a deputada Liliam Sá (PSD-RJ). "A mulher não nasceu para ser prostituta, nasceu para ser mãe de família", afirmou Costa Ferreira (PSC-MA). 

Houve ataques ao governo e a parlamentares que defendem a legalização da profissão de prostituta. "Infelizmente a prática da prostituição não é crime. Agora, quando se trata de Estado brasileiro patrocinando é crime, é apologia à prostituição, é um crime praticado pelo Estado, pelo governo", disse Marcos Rogério (PDT-RO). "Tudo tem a ver com o mercado da prostituição, essa indústria que está de olho na Copa e Olimpíada", afirmou Pastor Eurico (PSB-PE). 

Feliciano não fez uma manifestação sobre o tema, mas apoiou a iniciativa do deputado Roberto Lucena (PV-SP) de pedir informações ao Ministério da Saúde. "Vamos fazer esse requerimento de informação ao Ministério da Saúde sobre essa famigerada campanha", disse o presidente da comissão de Direitos Humanos

ANAJURE repudia resolução do CNJ sobre o casamento gay

O CNJ aprovou a resolução no dia 14 de maio, obrigando os cartórios a celebrarem o casamento civil.

Nesta quinta-feira, a Associação Nacional de Juristas Evangélicos (ANAJURE) publicou uma Carta Aberta, repudiando a decisão do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que obriga os cartórios de todo o país a celebrar o casamento civil entre pessoas do mesmo sexo. A organização informou que vai tomar medidas quanto a ação tomada.

“A ANAJURE emite Parecer constante desta Carta Aberta na qual, de plano, repudia, com a devida vênia, a edição da Resolução Nº 175/2013 do CNJ por ser esta formal e materialmente inconstitucional”, informa a organização cristã, na Carta que foi enviada ao The Christian Post.

Open in new windowO CNJ aprovou a resolução no dia 14 de maio, obrigando os cartórios a não somente celebrarem o casamento civil, como também a transformarem a união estável homoafetiva em casamento.

Segundo a ANAJURE, o CNJ não respeitou a separação dos poderes do Estado (legislativo, judiciário e executivo).

“De fato e de direito, os princípios basilares da democracia moderna, quais sejam, o da Separação de Poderes e dos Freios e Contrapesos (checks and balances), não têm sido respeitados pelo Poder Judiciário Nacional, como no caso, agora, do Conselho Nacional de Justiça e a edição da Resolução Nº 175/2013”, diz o grupo na carta.

A organização apresenta ainda um escorço histórico sobre a inconstitucionalidade e ilegitimidade da institucionalização da união e “casamento” homossexual, com relação às decisões do STF e o CNJ.

Em 2011, o STF reconheceu decidiu por unanimidade a favor da legalização da união homossexual no Brasil, reconhecendo a união entre gays como uma “entidade familiar.” Decisão esta que não passou pelo Poder Legislativo, sendo, portanto, entendida como “autoritária”.

Segundo a ANAJURE, o STF tem atuado, de maneira que, "os mais revelantes valores morais e padrões éticos de comportamento estabelecidos pela Nação Brasileira na Constituição Federal de 1988", estão sendo objeto de construção e desconstrução “legislativa” por uma corte formada por apenas 11 pessoas do Povo Brasileiro.

“Hoje, o STF, de modo equivocado e autoritário, ao nosso entender, tem sido levado a desmontar e remontar a estrutura ideológica da consciência nacional que formatou a Constituição Federal de 1988 sem a devida autorização do Povo e da própria Constituição para isso”.

A ANAJURE, aponta também que há um crescente ativismo judicial do STF que, tem se tornado, até mesmo por pressão de determinados grupos sociais minoritários, uma espécie de “atalho legislativo”.

Já sobre a decisão do Conselho Nacional de Justiça, a organização afirma que ela ultrapassa todos os limites da razoabilidade jurídica.

Para a ANAJURE, decisão de obrigar que todos os cartórios realizem o casamento homossexual promove, autoritariamente, alterações de ordem constitucional e infraconstitucional no sistema jurídico brasileiro.

“Além de trazer sérias implicações de ordem moral à sociedade brasileira, desrespeita, flagrantemente, a liberdade de consciência dos servidores e funcionários dos Cartórios de todo o país.”

Segundo a organização, não há mais limites para o ativismo judicial e para a judicialização do poder constituinte originário no Brasil.

Entretanto, o grupo informa que funcionários cartorários podem se recusar a cumprir a resolução imposta pelo CNJ com base no direito humano fundamental de objeção de consciência.

“Ninguém pode ser objeto de pressões que atentem à sua liberdade de ter ou adotar uma religião ou uma convicção da sua escolha”, a carta informa sobre o art. 18, nº 2, da Declaração Universal dos Direito do Homem (DUDH) de 1948.

Além disso, segundo a ANAJURE, não somente pela objeção de consciência, um servidor poderia deixar de se sujeitar a tal resolução, mas também pelo fato de tratar-se de uma resolução inconstitucional e mesmo ilegal.

Entre outras medidas a serem tomadas, a associação cristã promete fazer uma moção de repúdio à publicação da resolução do CNJ, por se entender ser esta flagrantemente inconstitucional, ilegítima e autoritária.

Além disso, o grupo irá prestar assistência jurídica aos servidores e funcionários cristãos dos Cartórios, através de sua rede de juristas em todo o país.

O documento foi assinado pelo presidente, Dr. Uziel Santana e endossado pelo Conselho Deliberativo Nacional (CDN) da instituição. Ele será enviado aos presidentes das diversas denominações evangélicas nacionais a presente a fim de orientar os líderes e igrejas, no tocante aos fatos jurídicos descritos e analisados no mesmo.

Justiça nega pedido de liberdade ao pastor Marcos Pereira


Desde a prisão do pastor, no dia 8 de maio, por causa de acusações de abuso sexual, este é o quarto pedido de liberdade negado pela Justiça.

A 8ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro negou pedido de habeas corpus ao pastor Marcos Pereira da Silva, da Adud (Assembleia de Deus dos Últimos Dias).

O desembargador relator justificou a decisão pela "necessidade de garantia da ordem", segundo nota divulgada pelo TJ-RJ (Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro). O líder da Adud está no Complexo de Gericinó, em Bangu, zona oeste do Rio.

Procurado pelo UOL, o advogado do pastor, Marcelo Patrício, afirmou que deve recorrer ao STJ (Superior Tribunal de Justiça) para tentar obter a liberdade de seu cliente. "A gente já tinha ciência de que seria difícil sair o habeas corpus aqui no Rio de Janeiro. Nossa esperança é Brasília. Vamos levar nossa defesa para o STJ e lá vamos conseguir o habeas corpus", disse.

O pastor Marcos começou a ser investigado há pouco mais de um ano, a partir de acusações que o coordenador da ONG AfroReggae, José Júnior, fez sobre o suposto envolvimento de Marcos Pereira com tráfico de drogas e lavagem de dinheiro. Ao longo das investigações, a polícia descobriu que o pastor teria estuprado algumas fiéis, entre elas três menores de idade.

Ele é investigado ainda pela suposta participação em quatro homicídios, esquemas de lavagem de dinheiro e organização de orgias com menores de idade em um apartamento em Copacabana avaliado em R$ 8 milhões e registrado em nome da igreja.

As pessoas eram chamadas para cultos, mas Pereira as forçava a participar da orgia para "serem purificadas", segundo as investigações da polícia. As investigações dão conta ainda de que o pastor costumava agir com violência, e que obrigava mulheres a fazer sexo com mulheres e homens a transar com homens.

Um dos assassinatos no qual o pastor estaria envolvido seria o de uma jovem que descobriu as orgias e teria tentado denunciá-lo. Um sobrinho do pastor também estaria envolvido nesta morte.
Enviado por valdenir em 07/06/2013 

Organização de evento de kart responsabiliza Deus por morte de piloto


Uma corrida de kart realizada em Carpina, cidade a 50 km de Recife, em Pernambuco terminou em tragédia. Fernando Lopes, de 32 anos, chocou-se em alta velocidade contra um poste e morreu no hospital.
O portal SRZD conversou com a organização do “Carpina Kart Racing”, que explicou como aconteceu o acidente. “O piloto largou em último e, para recuperar a posição, acelerou bastante. Por volta da quinta volta, ele fez uma curva muito aberta em alta velocidade e acabou se chocando contra o poste”, descreve um dos organizadores. “De imediato, o resgate tomou as providências e o levou ao hospital, mas ele veio a óbito”.
O piloto quebrou a clavícula, fraturou o crânio e sofreu duas paradas cardíacas. “Foi uma fatalidade. Estou muito triste”, revelou. Segundo outro organizador, na verdade, a tragédia foi vontade de Deus. “Só nos resta lembrar que Ele é soberano e faz como quer. O que aconteceu no domingo já estava nas escrituras sagradas”, afirmou.
Segundo a Federação Pernambucana de Automobilismo (FPA) a tragédia não teria sido uma fatalidade. “Foi um evento clandestino, sem autorização da FPA. Atualmente, existem apenas dois campeonatos de kart reconhecidos e homologados, ambos disputados sob supervisão da federação e padrões de competição dentro das exigências que o esporte necessita”, disse Waldner Bernardo, presidente da entidade.
O Código de Trânsito Brasileiro, prevê que provas de automobilismo em vias públicas só podem ocorrer com a autorização da entidade estadual. “Essa autorização é inexistente”, reiterou Waldner.
A organização do evento admite que não possuia a documentação necessária, mas afirma que isso não foi motivo para preocupação. “Havia barreiras de proteção com pneus suficientes. Mesmo se houvesse mais, não adiantaria. Além disso, tínhamos médicos, ambulância, polícia e bombeiros”, comentou o responsável. “Estava tudo nos conformes”. Já o outro organizador prefere concluir de outra forma: “Não cai uma folha sem a permissão de Deus”.

Parada gay em SP: 220 mil pessoas; cadê os 3 milhões? Pr. Silas comenta

Segundos os organizadores, a parada gay de São Paulo, deste ano, teria mais de 3 milhões e meio de pessoas. A imprensa em geral, com antecedência, divulgou este número como forma de propaganda e os veículos de imprensa que mais se destacaram nesta propaganda absurda foram: Rede Globo e Rádio CBN, do Sistema Globo de Rádio.
O jornal O Globo neste domingo (02), pela internet, chegou ao absurdo de em poucas horas dar números diferentes para a parada gay. Ás 19h, informou 400 mil pessoas, mais tarde, 600 mil pessoas.
Só que agora o instituto Datafolha resolveu medir as grandes manifestações. Resultado: 220 MIL PESSOAS NA PARADA GAY DE SÃO PAULO – 50 MIL PESSOAS A MENOS QUE A DO ANO PASSADO.
Imagem: divulgaçãoPr. Silas Malafaia comenta:
O que estamos vendo é que o ativismo gay cada dia que passa perde sua força porque a sociedade começa a observar os verdadeiros propósitos deste segmento social.
Por que os números são importantes? Talvez algum irmão em Cristo ou uma pessoa comum faça essa pergunta. Eu respondo! O ativismo gay se utiliza de números mentirosos para pressionar a sociedade, os políticos e as autoridades em geral a fim de obter sucesso em seus intentos com objetivo de ter privilégios em detrimento de todo conjunto da sociedade.
Se alguém tem alguma dúvida do que estou falando, basta ler o projeto de lei 122.
Gostaria que o Datafolha medisse todas as Marchas para Jesus e, agora, a manifestação pacífica nesta quarta-feira em Brasília.
Não precisamos de números mentirosos para nos impor. Nos contentamos com a verdade.
Quero pedir a vocês que leiam e comentem o artigo sensacional sobre a parada gay de São Paulo, do jornalista Reinaldo Azevedo, do site da revista Veja. CLIQUE AQUI!