quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Aborto, o que a Bíblia diz?

No Antigo Testamento, a Bíblia se utiliza das mesmas palavras hebraicas para descrever os ainda não nascidos, os bebês e as crianças. No Novo Testamento, o grego se utiliza, também, das mesmas palavras para descrever crianças ainda não nascidas, os bebês e as crianças, o que indica uma continuidade desde a concepção à fase de criança, e daí até a idade adulta.
A palavra grega brephos é empregada com freqüência para os recém-nascidos, para os bebês e para as crianças mais velhas (Lucas 2.12,16; 18.15; 1 Pedro 2.2). Em Atos 7.19, por exemplo, brephos refere-se às crianças mortas por ordem de Faraó. Mas em Lucas 1.41,44 a mesma palavra é empregada referindo-se a João Batista, enquanto ainda não havia nascido, estando no ventre de sua mãe.
Aos olhos de Deus ele era indistinguível com relação a outras crianças. O escritor bíblico também nos informa que João Batista foi cheio do Espírito Santo enquanto ainda se encontrava no ventre materno, indicando, com isso, o inconfundível ser (Lucas 1.15). Mesmo três meses antes de nascer, João conseguia fazer um miraculoso reconhecimento de Jesus, já presente no ventre de Maria (Lucas 1.44).
Com base nisso, encontramos a palavra grega huios significando "filho", utilizada em Lucas 1.36, descrevendo a existência de João Batista no ventre materno, antes de seu nascimento (seis meses antes, para ser preciso).
A palavra hebraica yeled é usada normalmente para se referir a filhos (ou seja, uma criança, um menino etc.). Mas, em Êxodo 21.22, é utilizada para se referir a um filho no ventre. Em Gênesis 25.22 a palavra yeladim (filhos) é usada para se referir aos filhos de Rebeca que se empurravam enquanto ainda no ventre materno. Em Jó 3.3, Jó usa a palavra geber para descrever sua concepção: "Foi concebido um homem! [literalmente, foi concebida uma criança homem]". Mas a palavra geber é um substantivo hebraico normalmente utilizado para traduzir a idéia de um "homem", um "macho" ou ainda um "marido". Em Jó 3.11-16, Jó equipara a criança ainda não nascida ("crianças que nunca viram a luz") com reis, conselheiros e príncipes.
 Todos esses textos bíblicos e muitos outros indicam que Deus não faz distinção entre vida em potencial e vida real, ou em delinear estágios do ser – ou seja, entre uma criança ainda não nascida no ventre materno em qualquer que seja o estágio e um recém-nascido ou uma criança. As Escrituras pressupõem reiteradamente a continuidade de uma pessoa, desde a concepção até o ser adulto. Aliás, não há qualquer palavra especial utilizada exclusivamente para descrever o ainda não nascido que permita distingui-lo de um recém-nascido, no tocante a ser e com referência a seu valor pessoal.
E ainda, o próprio Deus se relaciona com pessoas ainda não nascidas. No Salmo 139.16, o salmista diz com referência a Deus: "Os teus olhos me viram a substância ainda informe". O autor se utiliza da palavra golem, traduzida como "substância", para descrever-se a si mesmo enquanto ainda no ventre materno. Ele se utiliza desse termo para se referir ao cuidado pessoal de Deus por ele mesmo durante a primeira parte de seu estado embrionário (desde a nidação até as primeiras semanas de vida), o estado antes do feto estar fisicamente "formado" numa miniatura de ser humano. Sabemos hoje que o embrião é "informe" durante apenas quatro ou cinco semanas. Em outras palavras, mesmo na fase de gestação da "substância ainda informe" (0-4 semanas), Deus diz que Ele se importa com a criança e a está moldando (Salmo 139.13-16).
Outros textos da Bíblia também indicam que Deus se relaciona com o feto como pessoa. Jó 31.15 diz: "Aquele que me formou no ventre materno, não os fez também a eles? Ou não é o mesmo que nos formou na madre?"
Em Jó 10.8,11 lemos: "As tuas mãos me plasmaram e me aperfeiçoaram... De pele e carne me vestiste e de ossos e tendões me entreteceste".
O Salmo 78.5-6 revela o cuidado de Deus com os "filhos que ainda hão de nascer".
O Salmo 139.13-16 afirma: "Pois tu formaste o meu interior, tu me teceste no seio de minha mãe. Graças te dou, visto que por modo assombrosamente maravilhoso me formaste... Os meus ossos não te foram encobertos, quando no oculto fui formado, e entretecido como nas profundezas da terra. Os teus olhos me viram a substância ainda informe".
Esses textos bíblicos revelam os pronomes pessoais que são utilizados para descrever o relacionamento entre Deus e os que estão no ventre materno.
 Esses versículos e outros (Jeremias 1.5; Gálatas 1.15, 16; Isaías 49.1,5) demonstram que Deus enxerga os que ainda não nasceram e se encontram no ventre materno como pessoas. Não há outra conclusão possível. Precisamos concordar com o teólogo John Frame: "Não há nada nas Escrituras que possa sugerir, ainda que remotamente, que uma criança ainda não nascida seja qualquer coisa menos que uma pessoa humana, a partir do momento da concepção".[1]
À luz do acima exposto, precisamos concluir que esses textos das Escrituras demonstram que a vida humana pertence a Deus, e não a nós, e que, por isso, proíbem o aborto. A Bíblia ensina que, em última análise, as pessoas pertencem a Deus porque todos os homens foram criados por Ele.
E se você já fez um aborto?
Você já fez um aborto? Onde quer que se encontre, queremos que você saiba que o perdão genuíno e a paz interior são possíveis, e que uma verdadeira libertação do passado pode ser experimentada.
Deus é um Deus perdoador:
     "Porém tu [és]... Deus perdoador, clemente e misericordioso, tardio em irar-te, e grande em bondade" (Neemias 9.17b).
     "Pois tu, SENHOR, és bom e compassivo; abundante em benignidade para com todos os que te invocam" (Salmo 86.5).
Aliás, Deus não apenas perdoa, Ele, de fato, "esquece":
     "Eu, eu mesmo, sou o que apago as tuas transgressões por amor de mim, e dos teus pecados não me lembro" (Isaías 43.25).
Você poderá encontrar perdão agora mesmo simplesmente colocando sua confiança em Jesus Cristo. Você pode confiar nEle, virando as costas para os caminhos que você tem seguido, reconhecendo e confessando seus pecados a Ele, e voltando-se para Cristo com a confiança de que através do Seu poder, Ele haverá de lhe conceder perdão e uma nova vida. Se você deseja ter seus pecados perdoados, se deseja estar livre da culpa, se quer ter nova vida em Cristo, se quer conhecer a Deus, e se você sabe que é amada por Ele, sugerimos a seguinte oração:
Querido Deus, eu confesso o meu pecado. Meu aborto foi coisa errada e eu agora venho à Tua presença em busca de perdão e de purificação. Peço que não apenas me perdoes esse pecado, mas que me perdoes todos os pecados de minha vida. Eu aceito que Jesus Cristo é Deus, que Ele morreu na cruz para pagar a penalidade pelos meus pecados, que ressuscitou ao terceiro dia, e que está vivo hoje. Eu O recebo agora como meu Senhor e Salvador. Eu agora aceito o perdão que Tu providenciaste gratuitamente na cruz e que me prometeste na Bíblia. Torna o teu perdão real para mim. Eu peço isso em nome de Jesus. Amém.
Fonte:
Site: palavraprudente.com
Extraído do livro Os Fatos Sobre o Aborto – Respostas da Ciência e da Bíblia Sobre Quando Começa a Vida
Adaptação

O que é ADULTÉRIO ?

O adultério é expressamente proibido no sétimo mandamento, “Não adulterarás.” (Ex 20.14 e Dt 5.18)
Mas, o que é mesmo adultério?
A definição é claríssima:
 “Infidelidade conjugal; amantismo, prevaricação.”
O diabo tem investido alto na grande missão de tornar o adultério algo comum, normal, aceitável por todos. Veja-se, por exemplo, os filmes, programas e em especial as novelas nacionais, o adultério esta sempre presente; transmitindo uma imagem de correto ou de solução para problemas conjugais; a forma que é traçada as cenas, induzem aos telespectadores a aceitar e a torcer pelo casal adultero. É o diabo plantando no subconsciente coletivo a idéia desta prática, é lamentável, mas, tem sido muito bem sucedido em suas investidas.
No meio cristão, o adultério tem encontrado lugar, não é raro surgirem comentários estarrecedores desta prática em igrejas, abalando a boa moral da obra do Senhor.
O que leva o servo do Senhor a cair em tais situações?
A resposta mais acertada seria: “Falta de vigilância!”O Senhor nos alerta a estarmos vigilantes: “Vigiai e orai, para que não entreis em tentação; o espírito, na verdade, está pronto, mas a carne é fraca.” (Mt 26.41)  O diabo está muito próximo (Sede sóbrios e vigilantes. O diabo, vosso adversário, anda em derredor, como leão que ruge procurando alguém para devorar. 1Pe 5.8), ávido por brechas através da quais acessa o homem e o influencia a agir segundo a carne. O Adultério tem sua principal causa na falta de vigilância, o pecado abre acesso para a ação maligna na vida.
Há inúmeros fatores que facilitam ao cônjuge permitir que pensamentos impuros surjam em suas mentes, quando alimentados produzem o ato.
Enumero algumas:
> Más companhias:
“Felizes são aqueles que não se deixam levar pelos conselhos dos maus, que não seguem o exemplo dos que não querem saber de Deus e que não se juntam com os que zombam de tudo o que é sagrado!” (Sl 1.1 NTLH)
É preciso que saibamos escolher as pessoas que vamos constituir como amigos. Jamais devemos criar laços de amizades com pessoas que reconhecidamente são indignas, e, que vivem segundo os impulsos deste mundo pervertido. Há um provérbio popular que exprime grande sabedoria e realidade, observe:
“Diga-me com quem andas e direi quem és!”
Quem são teus amigos? Companheiros? Confidentes? Conselheiros? Orientadores? Devemos possuir a mente de Cristo e apenas os cheios do Espírito Santo possui a mente de Cristo e estão aptos a serem o nosso próximo, muito próximos. É necessário que haja limites e discernimento no agir.
> Concupiscência dos olhos:
“Mas eu lhes digo: quem olhar para uma mulher e desejar possuí-la já cometeu adultério no seu coração.” (Mt 5.28 NTLH)
O Senhor Jesus falando às multidões faz referência ao adultério e foi taxativo ao afirmar: “Quem olhar uma mulher (homem) com desejo sexual, já adulterou com ela (ele)” este texto se aplica com o mesmo valor às mulheres.
Amados de Deus, se não tens estrutura suficiente para resistir aos desejos que surgem no interior, a melhor solução é evitar freqüentar determinados locais (praias, piscinas, etc). Jesus completa dizendo: “Portanto, se o seu olho direito faz com que você peque, arranque-o e jogue-o fora. Pois é melhor perder uma parte do seu corpo do que o corpo inteiro ser atirado no inferno.” (Mt 5.29 NTLH). Na realidade o Senhor não quer que você extirpe o olho, mas, que saiba usá-lo, que não seja instrumento de pecado. Se não tens força o suficiente, evite!
> Falta de sabedoria do cônjuge:
“Que os dois não se neguem um ao outro, a não ser que concordem em não ter relações por algum tempo a fim de se dedicar à oração. Mas depois devem voltar a ter relações, a fim de não caírem nas tentações de Satanás por não poderem se dominar.” (1Co 7.5 NTLH)
O sexo é uma prática que deve ser normal no seio do casamento, sua ausência por algum tempo, necessita do consentimento do cônjuge. Infelizmente, a falta de sabedoria tem encontrado lugar em muitas vidas e regras quanto à freqüência das relações sexuais são inventadas e determinadas como lei, a conseqüência é o surgimento de intrigas, que abrem brechas para a ação do maligno; este possui em suas mãos todo um universo de sexo a oferecer. Irmãos queridos ouçam as palavras ungidas do Apóstolo Paulo e deixem que o óleo do  Espírito Santo seja derramado sobre vossas vidas.
A palavra adultério é usada também, figuradamente para exprimir a infidelidade do povo eleito para com Deus.
A pratica do sexo é restrita aos casais casados. Os solteiros que mantém uma vida sexual ativa estão em pecado e são destituídos da glória do Senhor.
O mandamento do Senhor para conosco é que sejamos santos! Firmes!(“Portanto, tomai toda a armadura de Deus, para que possais resistir no dia mau e, depois de terdes vencido tudo, permanecer inabaláveis.” Ef 6.13) o suficiente para não sermos abalados por nada que se levante contra a vida, enquanto, passamos por esta terra. Os costumes comuns aos filhos dos homens, jamais deve, encontrar lugar na vida dos filhos de Deus.
“Em todas essas situações temos a vitória completa por meio daquele que nos amou. Pois eu tenho a certeza de que nada pode nos separar do amor de Deus: nem a morte, nem a vida; nem os anjos, nem outras autoridades ou poderes celestiais; nem o presente, nem o futuro; nem o mundo lá de cima, nem o mundo lá de baixo. Em todo o Universo não há nada que possa nos separar do amor de Deus, que é nosso por meio de Cristo Jesus, o nosso Senhor.” Rm 8.37-39
Pr Elias R. de Oliveira

As Causas do Adultério

ADULTÉRIO: DEFINIÇÃO, CAUSAS, CONSEQÜÊCIAS, SOLUÇÕES E A POSIÇÃO ADVENTISTA

As Causas do Adultério

As Sagradas Escrituras afirmam que os maridos devem amar suas esposas e que essas devem ser submissas a seus maridos (Ef 5:22).  Ela ensina também que os cônjuges devem se esforçar para conservar o matrimônio puro (v. 27).  A Bíblia diz: “Portanto, cuidai de vós mesmos, e ninguém seja infiel para com a mulher da sua mocidade” (Ml 2:15).
A questão da infidelidade no casamento não é recente, nem produto de novas filosofias.  Esses casos extraconjugais têm acontecido há milhares de anos. [20]   De acordo com os resultados de uma pesquisa feita pela revista Veja, 60% dos homens já foram infiéis.  De acordo com a pesquisa, os principais motivos são: Atração, problemas no casamento e circunstâncias.  De acordo com a mesma pesquisa, 47% das mulheres também já foram infiéis.  Os principais motivos por elas citados são: Insatisfação com o parceiro, vontade de experimentar outro parceiro, falta de amor e atração.  Nessa mesma pesquisa, 59% dos homens disseram que sentiam vontade de serem infiéis pela insatisfação no relacionamento, atração e instinto sexual.  Continuando, 55% das mulheres entrevistadas, disseram que sentiam a mesma vontade pela atração, insatisfação no casamento e raiva.  A conclusão tirada dessa pesquisa foi que homens traem por razões ligadas à sexualidade e as mulheres por motivos ligados ao casamento e também vingança.  As traições costumam ocorrer nos quatro primeiros anos de união.  A maioria dos homens e mulheres tem vontade de ter um caso.  Eles não o fazem por falta de oportunidade.  Elas, por não querer que o marido lhes faça o mesmo. [21]
O adultério está se tornando cada vez mais comum e normal em nossos dias.  “O que outrora era rotulado de adultério, escondendo um estigma de culpa e embaraço agora é um ‘caso’ – uma palavra que soa bem, convidativa, envolta em mistério, fascínio e emoção – um relacionamento e não um pecado”. [22]   O “caso” está se tornando uma aventura.  Porém, adultério nunca foi aceito pela sociedade.  “Em um estudo feito pelo antropólogo J. S. Brown descobriu-se que, dentre oitenta e oito sociedades, em várias partes do mundo 89% desses grupos puniam seus cidadãos quando eram descobertos envolvidos em um caso extraconjugal”. [23]  
Existem vários motivos que podem levar ao adultério.  A maioria dessas
causas recebem influência da época antes do casamento.  Traços negativos de caráter ou idéias desenvolvidas na adolescência ou na época do namoro podem colaborar para a infidelidade conjugal. [24]  Um adolescente, “... quando deixa de ser sexualmente controlado pela consciência dos pais e passa a ser governado pela própria consciência, tende a fazer diariamente inúmeras opções, variadas escolhas”.[25]   Escolhas como a de um “rapaz que olha os quadris antes da alma, que olha as pernas e não a personalidade – esse fracassará na vida sexual e fracassará no casamento”. [26]   Além disso, num namoro, deve-se ter limites.  É bom “... desenvolverem um controle sobre as intimidades físicas [no namoro]”, [27] principalmente se isso leva ao sexo.  “Sexo antes do casamento não garante um bom relacionamento sexual depois de casados; pelo contrário, há muitos casos problemáticos na área decorrentes de um envolvimento físico quando o casal ainda namorava”. [28]   Porque “... o relacionamento sexual prematuro cria confusão sobre os verdadeiros sentimentos de um para com o outro, cria também culpa, além de quebrar a comunicação”. [29]   Uma pessoa, sem perceber, pode estar preparando sua mente para um ato de infidelidade no futuro.
O pecado sexual nunca acontece por acaso.  As pessoas não caem de repente num ato sexual ilícito apenas por terem uma oportunidade diante de si.  Sempre há uma preparação específica.  Esta preparação chama-se experiência ‘pré-sexual’.  As experiências pré-sexuais são experiências da mente e ações que excitam, preparam ou desenvolvem nossos impulsos sexuais. [30]
Se um(a) jovem ou mesmo uma pessoa casada não controla seus impulsos tenderá a procurar saciá-los.  “O que adultera com uma mulher está fora de si; só mesmo quem quer arruinar-se é que pratica tal coisa” (Pv 6:32).  “O ato de infidelidade é o resultado de desejos, pensamentos e fantasias descontroladas”.[31]   Se um homem alimenta desejos e fantasias, desejará praticá-los.  “A mente de um homem ou mulher não decai num momento da pureza e santidade para a depravação, corrupção e crime”. [32]   Portanto, “Se quer de fato ter a rédea do instinto sexual nas mãos deve também ter nas mãos as rédeas de seus pensamentos e seus sentimentos”. [33]  
As necessidades insatisfeitas de um cônjuge são os maiores contribuintes
para o adultério.  Ao se suprir essas necessidades pode-se evitar a infidelidade.  Uma dessas necessidades é a atenção.  Um marido que não presta atenção na casa arrumada, num prato especial que a esposa fez para o jantar, no novo corte de cabelo dela está perto de perder o casamento.  Outra necessidade é a aceitação.  Tentar mudar a cônjuge é insultá-lo.  Você só estará empurrando ele para os braços de outra pessoa.  “Toda pessoa tem uma necessidade profundamente arraigada de ser aceita pelo seu valor individual”. [34]   A afeição também é outra necessidade de peso num relacionamento.  Afeto e carinho precisam existir em um casamento.  Se eles não estão presentes quebra a comunicação.  “Muitos cônjuges traem por nada mais, a princípio, do que o desejo de um pouco de afeição”. [35]   Admiração entre o casal também é importante.  “Para cada comentário negativo que um pai ou mãe faz a uma criança precisa fazer quatro comentários positivos para conservar o equilíbrio.  Assim acontece no casamento”. [36]   Falta de atividades mútuas num casamento pode levar à monotonia, e conseqüentemente, à busca para preencher esse espaço.  “Os destruidores dos lares são freqüentemente, o trabalho, a firma e a carreira”. [37]   Quando o trabalho e atividades particulares tomam conta do tempo o parceiro se sente deficiente.  A infidelidade, na maioria das vezes, só acontece quando há falhas no relacionamento.  “Os dois são fiéis quando se estimulam amorosamente a crescer, a soltar as próprias capacidades, a seguir as próprias perspectivas”. [38]  
Outra causa perigosa é a “tentação” a qual uma pessoa é exposta. 
“Na maior parte dos casos não se trata de uma necessidade de libertação por parte dos membros do casal, frente à insatisfação de sua maneira de viver, mas sim da procura de um substituto para a medíocre relação do casal”. [39]   Satanás se aproveita dessa situação e ataca.  “A infidelidade é um sintoma de um problema mais grave.  É sinal de que algo está errado no relacionamento familiar”. [40]   É nesse momento de fraqueza que ele ataca.  Davi chegou a esse momento de fraqueza, pois estava preocupado com o destino da nação, que estava em guerra, sua mente estava cheia de problemas.  “Foi o tentador que havia sugerido o pecado, e Davi devia havê-lo apartado com um ‘retira-te de mim Satanás!’ (Mc 8:33)”. [41]   “Se, portanto em qualquer momento você se sentir atraído ilicitamente para alguém, leve de imediato tais sentimentos ao Senhor em oração e não se detenha até ter a certeza de estar liberto”.

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

O ADULTERIO , PORQUE MUITOS TRAEM???


Várias pesquisas realizadas no Brasil indicam que a grande maioria dos homens e 50 a 60% das mulheres têm praticado ou praticam o adultério ou, como se diz na linguagem mais em uso, “transam” com pessoas que não são sua esposa ou seu marido. Com a ênfase dada ao sexo na TV, no cinema, na literatura, e até nas instituições de ensino, chegando ao extremo da obsessão, não é de se admirar que o homem secular, sem a convicção espiritual e os princípios da Palavra de Deus, caia nesse pecado.
 
 
 
O crente em Cristo, porém, não cai nesse pecado. Ele entra nele aos pouquinhos. Isso porque não observa a sinalização que o adverte do perigo. Faz vista grossa a esses sinais porque, embora não deseje precipitar-se no abismo da desgraça da imoralidade, quer sentir pelo menos um pouco a gostosura dos seus prazeres. Assim, avançando sinal após sinal, deixa a vida pegar embalo no caminho errado até ao ponto de não conseguir mais fazer a manobra de frear para evitar o desastre. Diz, então, que “caiu no pecado”, quando este, de fato, há tempo já estava no seu caminho.
 
 
O primeiro sinal é falta de carinho e afeto na conversa e relacionamento cotidianos com o cônjuge. A comunicação começa a limitar-se a frases como: “Tive um péssimo dia no escritório hoje”; “Já pagou a conta do dentista?”, ou, pior ainda: “Você já gastou todo o dinheiro que lhe dei no mês passado?”; “Se você não comprar logo uma geladeira nova, eu simplesmente vou parar de cozinhar”.
 
Quando você percebe que é difícil conversar com sua esposa ou seu marido com aquela linguagem carinhosa que usava durante o namoro, tome cuidado – é um dos primeiros sinais de perigo.
 
Perto desse sinal vem outro: a falta de conversa sobre assuntos espirituais, a leitura da Bíblia em conjunto e a oração com a esposa. Quando essas coisas não fazem parte da vida conjugal, é um sinal de alerta. Prosseguindo nesse caminho pode haver adultério mais adiante.
 
Há mais sinais. Quando você começa a compartilhar os problemas de relacionamento no lar com algum amigo ou amiga do sexo oposto, você está aproximando-se mais do perigo. Freqüentemente essa outra pessoa tem problemas também, e está disposta a ouvir, a conversar e demonstrar simpatia, o que gera ainda mais intimidade.
 
 
Não demora muito para que aconteça o “toque inocente”. O patrão põe a mão no ombro da sua secretária ao pedir que ela digite uma carta; ela encosta seu corpo ligeiramente no dele ao entregar a carta pronta, depois um abraço fraternal, um beijinho no rosto. Você argumenta que não há nada de errado nisso, que é apenas amizade.
 
 
Quando você percebe que é difícil conversar com sua esposa ou seu marido com aquela linguagem carinhosa que usava durante o namoro, tome cuidado.
 
 
Se você não retroceder, haverá um envolvimento emocional que provavelmente o arrastará para a fossa fatal do adultério. E com amargura de coração você dirá – “Caí no pecado”. Não, você não caiu... você entrou nele aos pouquinhos.
Aos poucos vocês estão gastando mais tempo juntos. “Acontece” que saem para o almoço na mesma hora e “por que não almoçarem juntos”? Ela precisa pegar o metrô para ir para casa; “por que não levá-la no seu carro?” Você precisa trabalhar duas horas extras para terminar o projeto, e ela, sendo boa amiga, fica também para ajudar. Se parar um pouco para pensar, você perceberá que tem prazer na companhia dela ou dele. Não, vocês não estão dormindo juntos mas estão em grande perigo. Nessa altura, o sinal é um luminoso vermelho piscando a todo vapor. 


 

DEUS NOS VE POR DENTRO O ADULTERIO!!!


Sexo: O que vale entre quatro paredes?

 
Eis um terreno minado. Há os guardiões da moral e dos bons costumes, que afirmam que o sexo entre casais cristãos deve ser recatado, limitando-se ao coito. Entre esses, há os que sequer admitem a possibilidade dos cônjuges terem algum tipo de preliminar, ou mesmo de variar as posições. Há ainda os que vêem pecado até nos cônjuges verem a nudez um do outro. Isso tudo é deprimente.

Por outro lado, há a turma do vale-tudo. Esses só não dizem o que significa o “tudo” na relação sexual, por não quererem expor o cônjuge a julgamentos preconceituosos.
Entre um extremo e outro, é melhor ficar com o bom-senso.
Toda e qualquer tipo de carícia é bem-vinda na relação a dois, desde que não desrespeite o gosto do outro.
O critério para se adotar qualquer tipo de prática sexual entre casais ligados pelo matrimônio é o bem-estar do outro. O outro vai dizer até onde podemos ir com nossas carícias.
O Dr. Herbert J. Miles oferece o seguinte conselho com relação à intimidade entre marido e mulher:
“Nos relacionamentos humanos, no seio das comunidades e na sociedade, o recato é a rainha das virtudes, mas na intimidade do quarto nupcial, a portas fechadas, e na presença do puro amor conjugal, não deve existir essa coisa chamada recato. O casal deve ter liberdade de praticar tudo o que ambos desejarem fazer, que sirva para conduzi-los à plena expressão de seu amor mútuo e a uma boa experiência sexual. A essa altura, será bom darmos uma palavra de advertência. As experiências praticadas devem ser de consentimento mútuo, do marido e da esposa. Nenhum dos dois, em tempo algum, deve forçar o outro a participar de atos que este não deseje. O amor não coage a ninguém.”

Qualquer prática que depois de consumada, promova a sensação de se ter usado alguém, ou se ter sido usado por alguém em vez de se ter amado e sido amado, deve ser considerada nociva à relação, e por isso mesmo, deve ser evitada.
Lembremo-nos de que o amor não busca seus próprios interesses. Nem tampouco se porta inconvenientemente.
No amor há respeito aos limites do outro.
O homem deve sempre levar em conta a fragilidade feminina, oferecendo-lhe carícias que respeitem seu gosto.
Há uma profunda ligação entre sexualidade e espiritualidade. Não são departamentos diferentes. São, antes, esferas da existência humana, que interferem uma na outra. A prova disso está na recomendação de Pedro aos maridos:
“Igualmente, vós, maridos, vivei com elas com entendimento, dando honra à mulher, como vaso mais frágil, e como sendo elas herdeiras convosco da graça da vida, para que não sejam impedidas as vossas orações”.
Dar honra a mulher é simplesmente preferir fazer as coisas do jeito dela. Se ela se sentir desconfortável com algum tipo de carícia, o marido deve ser suficientemente sensível para atender.
Homem e mulher devem compreender suas diferenças físicas, emocionais e psicológicas. A mulher só poderá agradar ao marido, se reconhecer nele um ser diferente dela, que tem suas próprias expectativas com relação ao ato sexual. O mesmo se pode dizer do homem.
Por exemplo: o homem é estimulado por aquilo que vê, enquanto que a mulher é estimulada por aquilo que ouve. Logo, para que promova a união sexual entre o homem e a mulher, o Eros percorre caminhos diferentes.
O sentido principal do homem é a visão. Por isso Jesus fala sobre “olhar a mulher alheia”. É pelos olhos que o homem se deixa envolver. Sabedora disso, a mulher sábia deve procurar cuidar de seu corpo, vestir-se de maneira atrativa, a fim de atrair o olhar de seu marido. É por não compreender isso, que muitas mulheres, por causa de sua timidez, preferem relacionar-se com seus maridos de luz apagada.
Nada mais deprimente para o homem do que chegar em casa, depois de um dia de trabalho árduo, e encontrar sua amada cheirado a alho, com roupas velhas, e bobs nos cabelos.
A mulher deve procurar preparar-se para receber o seu amado. Não é pecado estimular o marido com um alinda camisola, jóias, perfumes. Pecado é permitir que haja espaço a ser preenchido por outra.
O livro de Cantares, ou Cântico dos Cânticos, é um verdadeiro manual para a vida sexual. Ali encontramos Salomão e Sulamita vivendo uma história de amor e sedução.
Logo de cara, encontramos Sulamita, extasiada de amor, dizendo a seu amado:
“Beije-me ele com os beijos da sua boca; pois melhor é o seu amor do que o vinho. Para cheirar são bons os teus ungüentos; como ungüento derramado é o teu nome. Não admira que as donzelas te amem!” 
Nada mais estimulante ao homem do que perceber que sua amada está desejando-o. Muitas mulheres têm dificuldade de demonstrar seu desejo ao marido. Isso é frustrante. O homem não pode adivinhar o que a mulher deseja, a menos que ela demonstre claramente. Repare que é Sulamita quem toma a iniciativa. Ela é quem se aproxima e pede que seu marido lhe beije. Isso é absolutamente sedutor. Todo homem aprecia quando a mulher toma a iniciativa.
É claro que isso não deve ser entendido como um padrão. Tanto a mulher, quanto o homem podem tomar a iniciativa, quando desejarem fazê-lo. O problema é quando a mesma pessoa tem que tomar a iniciativa sempre.
Perceba também que ela não só lhe pede um beijo, mas o elogia. Ela mexe com sua vaidade. Ela o chama de cheiroso. Em vez de demonstrar ciúmes, ela dá razão às mulheres que o admiram. Isso o faz sentir o mais viril dentre os homens.
Há mulheres que já começam a relação criticando o homem. É como um balde de água fria. Não há virilidade que agüente. Tanto o homem quanto a mulher precisam ser elogiados por seu parceiro.
Se a mulher não o elogiar, haverá quem o faça lá fora.
Observe que ela elogia o seu odor, e não a sua aparência.
Para a mulher, o olfato é mais importante do que a visão.
Se os homens soubessem disso, tratariam de tomar um bom banho assim que chegassem em casa, em vez de se esparramar no sofá, com o pé cheio de chulé.
O homem não quer a mulher cheirando a alho, mas a mulher também não o quer cheirando a suor.
Salomão, já seduzido pelo amor de sua esposa, responde:
“Formosa são as tuas faces entre os teus enfeites, o teu pescoço com os colares”.
Diferente do homem, a mulher é mais estimulada por aquilo que ouve. Por isso, o marido não deve poupar elogios à mulher. Falar de sua beleza, de seus atributos, de sua formosura. “Como és formosa, ó amiga minha! Como és formosa!”, declara o amante apaixonado.
Só não se pode ficar nas palavras apenas. Porém, antes dos finalmente, os cônjuges devem dedicar algum tempo às preliminares.
Sulamita é quem sinaliza ao seu amado o que ela deseja que ele faça.
“A sua mão esquerda esteja debaixo da minha cabeça, e a sua mão direita me abrace”. Ela é quem diz onde quer ser tocada, acariciada.
Além da audição e do olfato, o sentido principal que estimula sexualmente a mulher é o tato. Toda mulher precisa ser tocada, antes de ser possuída.
Entre os toques, nenhum é mais importante do que o beijo. Por isso, ela inicia o processo amoroso, pedindo que o seu amado lhe beije. Há casais que já não se beijam há muito tempo.
Alguns não se beijam nem mesmo durante o intercurso sexual. O beijo faz com que a mulher se sinta amada, em vez de usada.
Por que, geralmente, as prostitutas não aceitam beijar os seus clientes? Simplesmente porque, mesmo para elas, o beijo implica num envolvimento emocional desnecessário. Qualquer relação sexual que não tenha beijo, dá à mulher a impressão de estar sendo usada.
O beijo denota carinho, afeição, e, sobretudo, amor.
A mulher não quer sentir-se como um vaso sanitário onde o homem vai realizar suas necessidades. Ela quer sentir-se amada. Ela quer que haja romantismo, e não apenas sexo.
Os homens precisam aprender a ser românticos.
Para o homem, o sexo é um fim em si mesmo. Mas para a mulher, é apenas um meio. O objetivo principal da mulher é ser amada.
Para a mulher, o sexo começa pela manhã, na primeira palavra que ela ouve do marido. Se ele trata-la asperamente ao acordar, dificilmente ela estará disposta a ceder às suas fantasias à noite.
Cada gesto de carinho, por simples que seja, contribui para uma boa noite de amor para mulher.
Abrir a porta do carro, puxar a cadeira para que ela se sente, elogiar sua roupa, pegar em sua mão enquanto dirige, são pequenos gestos capazes de proporcionar momentos inesquecíveis de amor.
Já o homem precisa de estímulo visual.
A mulher vai receber do homem na mesma medida em que se der. E vice-versa. Quanto mais ela prover ao homem o estímulo visual de que ele precisa, mais coisas bonitas ela vai ouvir dele.
Confira o que diz Cantares:
“Como és formosa, amada minha! Como és formosa! Os teus olhos são como os das pombas, e brilham através do teu véu (...) Os teus lábios são como um fio de escarlate, a tua boca é doce (...) O teu pescoço é como a torre de Davi (...) Os teus dois seios são como dois filhos gêmeos da gazela, que se apascentam entre os lírios (...) Tu és toda formosa, amada minha; em ti não há defeito”.
E que mulher não tem defeito? E o que dizer dos pneuzinhos, das rugas (muitas vezes causadas por nós mesmos!), das celulites, das estrias? Não é a toa que muitas mulheres preferem despir-se no escuro.
Quaisquer que sejam os defeitos são irrelevantes, aos olhos daquele que ama.
Não há mulher perfeita no mundo. Mesmo as modelos fotográficas precisam de recursos do computador para esconder cicatrizes e estrias.
Entre a luz acesa ou apagada, que tal um abajur, com uma luz fraca, para permitir ao marido ver pelo menos a silhueta da mulher amada?
No capítulo 7 ele descreve com mais pormenores a beleza de sua amada:
“Quão formosos são os teus pés nos sapatos, ó filha do príncipe! As voltas das tuas coxas são como jóias, trabalhadas por mãos de artista. O teu umbigo é como uma taça redonda a que não falta bebida (esse Salomão já ta indo longe demais!). O teu ventre é como monte de trigo, cercado de lírios. Os teus dois seios são como dois filhos gêmeos da gazela. O teu pescoço é como a torre de marfim. Os teus olhos são como as piscinas de Hesbom, junto à porta de Bate-Rabim. O teu nariz é como a torre do Líbano (nariguda essa menina, heim?), que olha para Damasco. A tua cabeça é como o monte Carmelo. Os cabelos da tua cabeça são como a púrpura; o rei está preso pelas suas transas. Quão formosa, e quão adorável és, ó amor em delícias”. 
Salomão, completamente apaixonado e seduzido, diz:
“Tiraste-me o coração, minha imã, noiva minha; tiraste-me o coração com um dos teus olhos, com um colar do teu pescoço”.
Nada mais estimulante para o homem do que um olhar sedutor de sua mulher. Pelos olhos, ela é capaz de arrancar o coração do seu amado. A mulher quer sentir-se amada, protegida, querida.
O homem quer sentir-se desejado. E é pelo olhar que a mulher o faz sentir assim. Um olhar travesso, cheio de boas intenções... Quem resiste?
E como a mulher deve agir ao ser procurada? Como ele espera que ela reaja? E se ele chega, e ela já está dormindo? E se ela teve um dia cansativo?
O capítulo 5 de Cantares nos apresenta essa cena. Sulamita diz:
“Eu dormia, mas o meu coração velava. Ouvi! A voz do meu amado, que está batendo: Abre-me, minha irmã, amada minha, pomba minha, minha imaculada. A minha cabeça está cheia de orvalho, os meus cabelos as gotas da noite. Já despi a minha túnica; como a tornarei a vestir? Já lavei os meus pés; como os tornarei a sujar? O meu amado meteu a sua mão pela fresta da porta, e as minha entranhas estremeceram por amor dele. Eu me levantei para abrir ao meu amado, e as minhas mãos destilavam mirra, os meus dedos gotejavam mirra sobre a maçaneta da fechadura”.
Por incrível que pareça, isso está na Bíblia. Não há como ler esses versos e não se deixar tomar por imaginações...
Já no finalzinho do livro, Sulamita declara: “Assim tornei-me aos olhos dele como aquela que traz prazer”. 
Muito mais do que ser a mãe de seus filhos, ou a dona de casa, ou mesmo a companheira de ministério, o papel principal de uma mulher é ser “aquela que traz prazer” ao seu marido. O mesmo pode ser dito acerca do marido. Ele não é apenas o provedor do lar, nem mesmo apenas o cabeça da família. Ele é aquele que proporciona prazer à sua amada.
Trecho do livro "Amor Radical", de nossa autoria, publicado pela MK.

Sexo fora do casamento... Será que posso?




 
Tentarei apresentar os requisitos bíblicos que condenam a prática sexual fora do casamento, ou seja, que limitam a intimidade sexual ao matrimônio.

Gênesis 2.24 diz que homem e mulher se tornam uma só carne quando se casam, ou seja, quando deixam pai e mãe e vão viver juntos. A prescrição divina para o casamento é de um só homem e uma só mulher, unidos pelos laços do casamento. Não há como admitir a relação sexual, que é a maior intimidade entre um homem e uma mulher, sem que haja o mútuo compromisso, diante de Deus e dos homens, de consolidação da vida a dois.

A simples intenção de casar-se, ainda que com o vínculo do noivado, não abre a possibilidade para que os enamorados iniciem, já, a prática sexual. "Deixará o homem a seu pai e a sua mãe, e unir-se-á à sua mulher, e SERÃO OS DOIS UMA SÓ CARNE". Aqui está a consumação do casamento. Somente mediante o matrimônio homem e mulher tornam-se uma só carne, e assim podem desfrutar das delícias do ato sexual.


Houvesse a exceção para o sexo livre, estaríamos diante de uma situação em que o homem, bem intencionado, praticaria o sexo com sua namorada. Passado algum tempo, se o casamento, por qualquer motivo, não se efetivasse, ele passaria a namorar outra moça com as mesmas "boas" intenções, e também praticaria sexo com esta. Não é outro o costume da sociedade depravada. 


Em Cantares 4.12, lemos: "Jardim fechado és TU, irmã minha, esposa minha, manancial fechado, fonte selada". Nota da Bíblia Estudo Pentecostal: "As três figuras de linguagem deste versículo salientam a verdade de que a jovem Sulamita permaneceu virgem e sexualmente pura até casar-se. Manter a virgindade e a abstinência sexual é o padrão bíblico da pureza sexual para todos os jovens, do sexo masculino e feminino. Violar este padrão Santo de Deus é profanar o espírito, o corpo e a consciência, e depreciar o valor do ato da consumação do casamento". (cf Ct 2.7; 3.5). 
Jesus disse: "Ouvistes que foi dito aos antigos: Não cometerás adultério. Eu, porém, vos digo: Qualquer que olhar para uma mulher com intenção impura, no coração já cometeu adultério com ela" (Mt 5.27-28). Jesus referiu-se à mulher com a qual o homem não é uma só carne. Qual seria a intenção impura? A intenção de com ela praticar o ato sexual. Nesta palavra estaria aberta a possibilidade de o homem fazer sexo com a sua namorada? Nem com a sua namorada, nem com a mulher de outro homem. 
O entendimento é que a proibição do adultério (Êx 20.14) abrange a imoralidade e todos os demais pecados sexuais. O adultério era punido com pena de morte (Lv 20.10); Dt 22.22).
A imoralidade dentro da igreja não pode ser tolerada: "Já por Carta vos escrevi que não vos associeis com os que se prostituem" (1 Co 5.1-13).
"Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas convêm. Todas as coisas me são lícitas, mas eu não me deixarei dominar por nenhuma delas. Fugi da prostituição. Todo o pecado que o homem comete é fora do corpo, mas o que se prostitui peca contra o seu próprio corpo" (1 Co 6.12,18).
Em Atos 15.29, em algumas versões da Bíblia, aparece a palavra fornicação: "Que vos abstenhais das coisas sacrificadas aos ídolos, e do sangue, e da carne sufocada, e da fornicação; destas coisas fareis bem se vos guardardes. Bem vos fará". De acordo com o dicionário da Bíblia On-line, fornicação significa relações sexuais ilícitas. 
Conforme o dicionário Aurélio, fornicar significa "praticar o coito; copular". Deus não iria proibir a prática sexual entre casados. A fornicação se estabelece entre não casados. Namoro não é casamento.
"Nenhum homem se chegará a qualquer parenta da sua carne para descobrir a sua nudez" (Lv 18.6-30; 20.11,17,19-21). A única interpretação que podemos fazer desses versículos é que proíbem, explicitamente, "descobrir a nudez" ou "ver a nudez" de qualquer pessoa a não ser entre marido e mulher legalmente casados. Tal proibição inclui, também, as carícias íntimas, ainda que não consumado o ato sexual propriamente dito. 
O "domínio próprio" faz parte do fruto do Espírito, "e os que são de Cristo Jesus crucificaram a carne com as suas paixões e concupiscências". Entre as obras da carne estão a prostituição, a lascívia e a impureza (Gl 5.19-24).
Vejamos alguns exemplos de tradução da palavra grega "porneia":

Prostituição - "Fazei, pois, morrer a vossa natureza terrena: a prostituição, a impureza, a paixão, a vil concupiscência, e a avareza, que é idolatria; por essas coisas vem a ira de Deus sobre os filhos da desobediência" (Cl 3.5-6. V.1 Ts 4.3; 2 Co 12.21; Mt 15.19).
Impureza - "Fugi da impureza [prostituição]" (1 Co 6.18; Ef 5.3).

Relações sexuais ilícitas, uniões ilegítimas, imoralidade sexual, prostituição - Dependendo da versão utilizada, a palavra porneia é traduzida dessa forma. A Bíblia de Jerusalém usa a expressão "uniões ilegítimas" nos versículos de Atos 15.20, 29; 21.25. Em Mateus 5.32 e 19.9, usa o termo "fornicação".
Deus considera legítima a prática do sexo entre namorados, sem o vínculo conjugal? Vejamos o que Paulo diz: "Mas, por causa da prostituição, cada um tenha a sua própria mulher, e cada uma tenha o seu próprio marido" (1 Co 7.2). O apóstolo indica o leito conjugal como única forma de evitar-se o relacionamento ilegítimo, seja usado o termo fornicação, impureza ou prostituição. Ou seja: para que não cometam impurezas sexuais, casem-se. Mais adiante (v.9) ele arremata: "Se não podem conter-se, casem-se; porque é melhor casar do que ficar ardendo em desejos [abrasar-se]". Então, a única forma de darmos curso aos desejos sexuais é no matrimônio: "Digno de honra entre todos seja o matrimônio, bem como o leito sem mácula, pois aos devassos [os que se dão à prostituição] e adúlteros Deus os julgará" (Hb 13.4). Logo, se os namorados não se sentem seguros na guarda da virgindade; se não há como conter os impulsos sexuais, melhor será que se casem. 
"Se não podem conter-se..." - Esta condição revela a obrigatoriedade da abstinência sexual antes do matrimônio. Com essas palavras Paulo adverte os solteiros da necessidade de continuarem virgens. "Casem-se" - esta é a única forma de o crente satisfazer seus desejos sexuais. 
Não se encontra na Bíblia nenhuma palavra que dê apoio a uma relação sexual fora do casamento. O conselho do apóstolo é que as "viúvas mais jovens se casem, tenham filhos, administrem suas casas, e não dêem ao inimigo nenhum motivo para maledicência. Algumas, na verdade, já se desviaram, para seguir a Satanás" (1 Tm 5.14). Embora se saiba que o assunto diga respeito a um caso específico na igreja de Corinto, a ênfase está no aconselhamento para que se casem. 
"Esta é a vontade de Deus para a vossa santificação: que vos abstenhais da prostituição; que cada um de vós saiba possuir o próprio corpo em santificação e honra; não no desejo da lascívia, como os gentios, que não conhecem a Deus" (1 Ts 4.3-5). Paulo compara a prostituição à lascívia. A palavra grega "epithymia" é traduzida com o significado de "desejo incontrolado" (Lc 22.15); "concupiscência" (Rm 1.24; 7.8; 13.14; Gl 5.16, 24; Ef 4.22; 1 Pe 4.3; 1 Jo 2.16,17), "inclinações da carne", (Ef 2.3), "paixões carnais e mundanas (Rm 6.12; 2 Tm 2.22; 3.6; Tt 2.12; 3.3). E, como vimos anteriormente, "porneia" é traduzida como "prostituição", "imoralidade", e "relações sexuais ilícitas". Logo, não cabe o argumento de que a prostituição se refere tão somente ao comércio do sexo.
Com o título "Padrões de Moralidade Sexual", a Bíblia de Estudo Pentecostal assim se define em alguns tópicos:
"A imoralidade e a impureza sexual não somente incluem o ato sexual ilícito, mas também qualquer prática sexual com outra pessoa que não seja seu cônjuge. Há quem ensine, em nossos dias, que qualquer intimidade sexual entre jovens e adultos solteiros, tendo eles mútuo "compromisso", é aceitável, uma vez que não haja ato sexual completo. Tal ensino peca contra a santidade de Deus e o padrão bíblico da pureza".
"O crente deve ter autocontrole e abster-se de toda e qualquer prática sexual antes do casamento. Justificar intimidade premarital em nome de Cristo, simplesmente com base num "compromisso" real ou imaginário, é transigir abertamente com os padrões santos de Deus. É igualar-se aos modos impuros do mundo e querer deste modo justificar a imoralidade. Depois do casamento, a vida íntima deve limitar-se ao cônjuge. A Bíblia cita a temperança como um aspecto do fruto do Espírito, no crente, isto é, a conduta positiva e pura, contrastando com tudo que representa prazer sexual imoral como libidinagem, fornicação, adultério e impureza. “Nossa dedicação à vontade de Deus, pela fé, abre o caminho para recebermos a bênção do domínio próprio: temperança (Gl 5.22-24)”. 
"Fornicação (gr. pornéia), descreve uma ampla variedade de práticas sexuais, pré ou extra-maritais. Tudo que significa intimidade e carícia fora do casamento é claramente transgressão dos padrões morais de Deus para seu povo (Lv 18.6-30);20.11,12,17,19-21; 1 Co 6.18; 1 Ts 4.3)".
"A lascívia (gr. aselgeia) denota ausência de princípios morais, principalmente o relaxamento pelo domínio próprio que leva à conduta virtuosa. Isso inclui a inclinação à tolerância quanto a paixões pecaminosas ou ao seu estímulo, e deste modo a pessoa torna-se partícipe de uma conduta anti-bíblica (Gl 5.19; Ef4.19;1 Pe 2.2,18)".
O sexo livre, descomprometido, interessa ao diabo, que tenta por todos os meios invalidar o casamento instituído por Deus. O diabólico plano do Movimento Nova Era trabalha nesse sentido, pois ensina a criação de colônias ou núcleos onde todas as mulheres pertencem a todos os homens, e os filhos são criados pela comunidade. Nos anos 60, os hippies deram o primeiro passo nesse sentido. 
Devemos ser guiados não pelo ensino do sistema mundano, pelo deus deste século, pelo modus vivendi dos devassos, incautos, incrédulos e inimigos da Palavra: "E não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus" (Rm 12.2). O crente deve andar na contramão dos desobedientes. Tentar ajustar a Palavra aos nossos pecados é um sinal de rebeldia e falta de compromisso com Deus. Devemos, ao contrário, ajustar a nossa vida ao padrão da Palavra de Deus, como submissos à Sua soberana vontade. 
"Não imitareis os costumes do Egito, onde habitastes, nem os da terra de Canaã, para a qual vos conduzo, nem andareis segundo os seus estatutos. Praticareis os meus juízos, e guardareis os meus estatutos, para andares neles. Eu sou o Senhor vosso Deus" (Lv 18.3-4).
Sabemos que a depravação está sem limites; que as crianças, desde a tenra idade, passam a receber uma enorme carga de mensagens eróticas; que elas chegam aos doze, treze ou catorze anos com grande desejo de se iniciarem no sexo; sabemos que a televisão, principalmente - afora teatros, livros, revistas, danças e músicas profanas -, ensina e estimula o relacionamento sexual entre não casados. Mas sabemos também que já saímos do Egito; que as vestes do velho homem caíram na caminhada; que agora não somos nós que vivemos, mas Cristo vive em nós; que fomos resgatados por elevado preço para um viver santo; para que possamos dizer com Paulo:
"A minha ardente expectativa e esperança é de em nada ser confundido, mas ter muita coragem para que agora e sempre, Cristo seja engrandecido no meu corpo, quer pela vida, quer pela morte, pois para mim o viver é Cristo, e o morrer é lucro" (Fp 1.20-21).

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

A PALAVRA DE DEUS ESTA SE CUPRINO NA TERRA



DER SÓ GLORIA POR VC TER TUDO NO LUGAR

Senhor, obrigado pela Vida Que tenho, e se algum los Momento da Minha Vida reclamei da Minha Vida, me perdoe, POIs nao sei o Que digo, eu sou Perfeito los Tudo Meu Deus, TEM PESSOAS muitas Que nao TEM OU Pernas Braços, e NEM MESMO enguias reclamam da Vida.
Deus se ESTOU Aqui na Terra Perfeito, FOI porqué o senho me DEU ESSA Oportunidade e POR Mais Que eu POSSA reclamar da Vida, Saiba Que a amo e amo o senhor POR ISSO tambem.
Orbigado Deus! Te amo!

terça-feira, 21 de agosto de 2012

VERDADES OU MENTIRAS

Estamos vivendo em tempos complicados, onde Religiões distorcem a verdade, As Sociedades Secretas ja dominarão quase todos os pontos principais de nossos Governos Mundiais, não podemos evitar que isso aconteça pois fazem parte de profecias de nosso Deus, mas podemos alertar os chamados!